LUZ, SOM E MOVIMENTO: CORPO-MÍDIA E IMAGINÁRIO DA UMBANDA EM CURITIBA

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.creatorHertz Camargo-
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-09-01T10:46:30Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-09-01T10:46:30Z-
Data de envio: dc.date.issued2024-10-28-
Data de envio: dc.date.issued2024-10-28-
Data de envio: dc.date.issued2016-08-23-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://hdl.handle.net/1884/91706-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/1884/91706-
Descrição: dc.descriptionA partir da metodologia da observação participativa, entrevistas com médiuns e a pesquisa antropológica dos mitos e rituais, a oficina tem como proposta apresentar um panorama da presença da Umbanda em Curitiba, bem como sua história no Brasil, seu papel sociocultural na formação de seus seguidores e suas polissemias que apresentam signos, linguagens, estéticas e políticas próprias. Médiuns se encontram entre a realidade e o imaginário, o presente e o passado, o corpo e a alma, entre seu consciente, o inconsciente coletivo e um consciente outro (entidade). Seus corpos operam como mídia conectando o espaço físico do terreiro com o metafisico da espiritualidade, servindo, concomitantemente, como meio e mensagem. A oficina é fruto de trabalho do grupo de pesquisa ECCOS – Estudos em Comunicação, Consumo e Sociedade (UFPR) que criou uma equipe interdisciplinar de investigação da Umbanda formada por pesquisadores das áreas de Antropologia (UFPR), História (UFTM), Comunicação (UFPR), Imagem (UNINTER), Dança (UNESPAR), música (UNESPAR) e análise do discurso (UNICENTRO). A sintaxe da Umbanda não é feita somente de palavras (em discursos, orações e letras das canções), mas sim pelo conjunto no qual incluem-se ritos e objetos carregados de simbologias, o sincretismo com outras religiões (catolicismo, espiritismo, candomblé e hinduísmo), a dança dos corpos como expressão viva da espiritualidade, o chamado ancestral dos atabaques, as manifestações e falas de caboclos e caboclas, pretas e pretos velhos, Exus; e se completa com a participação da assistência (o público consulente) que busca a cura física, espiritual ou a solução de problemas de ordem pessoal ou de práticas cotidianas da vida em sociedade. Cada gira (nome dado ao ritual religioso da Umbanda) encena, compacta e complexamente, a história, os dramas, os conflitos de classes, os anseios e o imaginário brasileiros, inscrita em luz, som e movimento sobre os corpos-mídia dos médiuns.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Relação: dc.relationVIII Encontro de Pesquisa em Comunicação (2016)-
Título: dc.titleLUZ, SOM E MOVIMENTO: CORPO-MÍDIA E IMAGINÁRIO DA UMBANDA EM CURITIBA-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Rede Paraná Acervo

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