As articulações entre amizade, currículo e escola: os discursos dos professores

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.creatorSarah Apfelgrün-
Autor(es): dc.creatorGicele Cervi-
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-09-01T13:46:45Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-09-01T13:46:45Z-
Data de envio: dc.date.issued2024-10-28-
Data de envio: dc.date.issued2024-10-28-
Data de envio: dc.date.issued2019-10-10-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://hdl.handle.net/1884/91025-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/1884/91025-
Descrição: dc.descriptionEsta pesquisa propôs trazer o tema a amizade na prática docente. O estudo justifica-se por parecer plausível elaborar questões sobre as potencialidades (ou não) da amizade no ambiente pedagógico. A questão-problema que norteou a investigação foi: quais as articulações entre amizade, currículo e educação escolar no cotidiano escolar que portam as práticas discursivas destes professores? O objetivo geral visava problematizar a relação entre currículo, educação escolar e amizade a partir das práticas discursivas de professores de escola pública. Para a elaboração da discussão teórica, dialogamos com: Aquino (2014), Castro (2014), Dussel e Caruso (2003), Foucault (2006), Ortega (1999), Silva (2005) e Varela e Alvarez-Uria (1992). Lida-se com a noção de escola enquanto instituição de “disciplinamento” (FOUCAULT, 2006) e de “maquinaria” (VARELA, ALVAREZ-URIA, 1992), que reforçam a formação de sujeitos úteis e rentáveis. Silva (2005) elenca que as identidades e subjetividades são produzidas pelo currículo, exposto aos exercícios de poder e saber, que define um percurso normativo para formar determinado sujeito. A amizade, entendida como relação que impulsiona, apresenta possibilidades, de acordo com Ortega (1999) forma sujeitos éticos a partir do cuidado de si com o outro. Segundo Loponte (2009) pode-se compreender as relações amistosas como a construção de uma coletividade, que se distancia das relações de domínio e poder. A investigação é de cunho qualitativo, de abordagem pós-crítica, tendo como objeto de análise o discurso. O instrumento usado para geração de dados foi o questionário, estruturado com perguntas abertas e fechadas, de maneira que explorasse o conceito de amizade nas relações entre os docentes e o espaço escolar. Treze professores de uma escola pública participaram da pesquisa. Com base nas respostas, pode-se observar se a amizade influi (ou não) na prática pedagógica docente. Para elaborar as análises, foram realizados distanciamentos e aproximações entre as escritas dos treze professores e a discussão teórica. Na primeira situação, foi analisado os dizeres sobre a amizade no cotidiano e nas situações rotineiras, que expuseram enunciados acerca de uma amizade íntima, voltada a laços familiares, distanciando-se de uma relação que traz outras perspectivas aos espaços de convívio. Na segunda situação, foi observado a amizade no cotidiano escolar, como relação de cumplicidade entre os professores e alunos, enquanto na terceira, enfatizou-se a amizade na prática docente, vista como relação de sociabilidade e cumplicidade nas ações pedagógicas e discussão de concepções. Infere-se que a amizade presente no espaço escolar e nas práticas discursivas dos professores é concebida como uma relação de cumplicidade entre os docentes, onde os relacionamentos são tecidos para auxiliar dentro e fora de sala de aula e reforçar ideias iguais.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Relação: dc.relationIII Encontro das Licenciaturas da Região Sul-
Palavras-chave: dc.subjectAmizade-
Palavras-chave: dc.subjectcurrículo-
Palavras-chave: dc.subjectescola-
Palavras-chave: dc.subjectprática discursiva-
Título: dc.titleAs articulações entre amizade, currículo e escola: os discursos dos professores-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Rede Paraná Acervo

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