Perfil epidemiológico das malformações congênitas na vigésima regional de saúde do Paraná no período de 2011 à 2017

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Autor(es): dc.contributorBrandalize, Ana Paula Carneiro, 1980--
Autor(es): dc.contributorUniversidade Federal do Paraná (Campus Toledo). Curso de Graduação em Medicina-
Autor(es): dc.creatorDockhorn, Louise da Silva-
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-09-01T12:37:52Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-09-01T12:37:52Z-
Data de envio: dc.date.issued2024-04-22-
Data de envio: dc.date.issued2024-04-22-
Data de envio: dc.date.issued2019-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://hdl.handle.net/1884/87611-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/1884/87611-
Descrição: dc.descriptionOrientador: Orientadora: Prof(a). Dr(a). Ana Paula Carneiro Brandalize-
Descrição: dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Campus Toledo, Curso de Graduação em Medicina-
Descrição: dc.descriptionInclui referências-
Descrição: dc.descriptionResumo : Malformações congênitas (MCs) são anomalias estruturais ou funcionais que ocorrem no período intrauterino, sendo que para metade dos casos ainda não há uma etiologia definida. As MCs correspondem a segunda principal causa de óbitos infantis no Brasil. Entre as regionais de saúde do estado do Paraná destaca-se a 20ª regional de saúde (20ª-RS-PR), com uma média de óbitos infantis por MCs superior à prevista. Tendo em vista a alta prevalência de MCs, este trabalho teve como objetivo analisar as características dos nascidos vivos da 20ªRS-PR no período entre 2011 e 2017. Foram avaliados dados sociodemográficos, dados relacionados ao concepto e a gestante, para então estabelecer possíveis fatores de risco associados às MCs. A coleta de dados ocorreu a partir das informações contidas nas declarações de nascido vivo (DNs), por meio do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC). Foram analisados 37.248 registros de nascidos vivos da 20ª RS-PR, dos quais 345 apresentaram MCs, representando uma prevalência de 0,93%. O município de Ouro Verde do Oeste apresentou a maior prevalência de MCs (1,67%). O tipo de MCs de maior ocorrência foi do aparelho osteomuscular (39,42%). Entre as demais características avaliadas destacaram-se com maior chance de estarem relacionadas a MCs: o nascimento entre 22 a 36 semanas, peso entre 500 a 2.500g, Apgar abaixo de 5 e a não realização de acompanhamento pré-natal pelas mães. Devido ao predomínio da atividade agrícola da região e o consequente uso intenso de agrotóxicos, levanta-se a possibilidade da influência desses produtos sobre a prevalência de MCs na região-
Formato: dc.format1 recurso online : PDF.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
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Palavras-chave: dc.subjectAnomalias humanas-
Palavras-chave: dc.subjectRecem-nascidos - Anomalias-
Título: dc.titlePerfil epidemiológico das malformações congênitas na vigésima regional de saúde do Paraná no período de 2011 à 2017-
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