Eficiência comparativa dos gastos em saúde dos estados brasileiros

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Autor(es): dc.contributorDalto, Fabiano Abranches Silva, 1972--
Autor(es): dc.contributorUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Curso de Graduação em Ciências Econômicas-
Autor(es): dc.creatorNagata, Luís Eduardo Wataro, 1992--
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-09-01T10:50:51Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-09-01T10:50:51Z-
Data de envio: dc.date.issued2022-06-27-
Data de envio: dc.date.issued2022-06-27-
Data de envio: dc.date.issued2020-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://hdl.handle.net/1884/76596-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/1884/76596-
Descrição: dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Fabiano Abranches Silva Dalto-
Descrição: dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Curso de Ciências Econômicas-
Descrição: dc.descriptionInclui referências-
Descrição: dc.descriptionResumo : Objetivou-se avaliar a eficiência dos gastos e dos serviços de cada unidade federativa do Brasil e o Distrito federal em saúde no ano de 2019 como garantida na constituição de 1988, para isso foi usado um modelo de análise comparativa de eficiência de firmas que ranqueia os objetos analisados por suas eficiências comparativas, o método Full Disposal Hull - FDH, pertencente aos modelos de Análise Envoltória de Dados - DEA Através dos gastos em saúde no ano de 2019 e de resultados básicos em saúde(e portanto entendidos como prioridades) de cada estado brasileiro, foram calculadas suas eficiências comparativas, comparativamente aos estados de referência (benchmark) e então ranqueadas para seus respectivos escores de eficiência. No FDH existem duas orientações possíveis ao modelo: o orientado a produtos que dado o nível de insumos, busca responder o quanto a produção poderia expandir; e o orientado a insumos, que dado o nível de produtos, o quanto os insumos poderiam ser economizados. Os resultados obtidos sugeriram, principalmente, que para o nível de gastos praticados no ano de 2019, o atendimento na saúde poderia ter sido maior, comparativamente, em ao menos 22 estados.E se verificou 11 estados que apresentaram gastos superiores para o nível de serviços prestados em 2019, ressaltando que este nível de serviços prestados dado como eficiente, não necessariamente é suficiente. Lembra-se então da importância de se tomar cuidado ao analisar eficiência em gastos públicos, especialmente em saúde, por se tratar de vidas. E que além disso o estudo não busca responder ou expôr um nível de gastos ou de serviços em saúde que seja suficiente.-
Formato: dc.format1 recurso online : PDF.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
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Palavras-chave: dc.subjectSaúde pública-
Palavras-chave: dc.subjectCusto-
Título: dc.titleEficiência comparativa dos gastos em saúde dos estados brasileiros-
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