Perfil profissional e físico sobre a dor músculo-esquelética em motoristas e cobradores de ônibus

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Autor(es): dc.contributorRodacki, André Luiz Félix, 1965--
Autor(es): dc.contributorUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Graduação em Educação Física-
Autor(es): dc.creatorWeissheimer, Datiane-
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-09-01T12:54:47Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-09-01T12:54:47Z-
Data de envio: dc.date.issued2022-12-12-
Data de envio: dc.date.issued2022-12-12-
Data de envio: dc.date.issued2008-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://hdl.handle.net/1884/64937-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/1884/64937-
Descrição: dc.descriptionOrientador: André Luiz Félix Rodacki.-
Descrição: dc.descriptionMonografia (bacharelado) - Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Graduação em Educação Física.-
Descrição: dc.descriptionResumo: Os distúrbios do sistema músculo-esquelético têm recebido maior atenção dos pesquisadores na relação entre a saúde e o emprego, devido aos impactos na qualidade de vida dos trabalhadores. O presente trabalho tem por objetivo analisar a relação de tempo de profissão, IMC, nível de atividade física e intensidade da dor músculo-esquelética em motoristas e cobradores. Foram entrevistados 39 motoristas e 23 cobradores, que responderam a um questionário especificamente elaborado para o estudo. Os resultados foram analisados utilizando o teste de correlação de Pearson.Os motoristas tinham em média 15.1 ± 9.7 anos de profissão, IMC de 26.1 ± 3.9 kg.m"2 e baixo nível de atividade física. Os cobradores tinham em média 7.8 ± 6.8 anos de profissão e IMC de 24.6 ± 2.5 kg.m'2, as cobradoras tinham tempo de profissão entre 4.2 ± 3.6 anos em média, IMC de 24.3 ± 4.2 kg.m'2, ambos possuíam baixo nível de atividade. Observou-se que 82.1 % dos motoristas, e 82.6% dos cobradores relataram sentir algum tipo de dor no corpo. A coluna lombar foi a região corporal de maior incidência entre motoristas (43.9%), e cobradores (39.1%). A região de maior intensidade de dor foi a dorsal, independente de ocupação. Os resultados do presente estudo indicam que existem poucas diferenças no perfil profissional e físico entre as ocupações de motoristas e cobradores, pois os dois grupos apresentam semelhança na realização de suas tarefas profissionais. Todavia são preocupantes os níveis de dor observados e o baixo nível de atividade física encontrados.-
Formato: dc.format1 recurso online : PDF.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
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Palavras-chave: dc.subjectDor muscular-
Palavras-chave: dc.subjectSistema musculoesquelético - Doenças-
Título: dc.titlePerfil profissional e físico sobre a dor músculo-esquelética em motoristas e cobradores de ônibus-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Rede Paraná Acervo

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