Imigrantes brasileiros e a política migratória do Paraguai na década de 1960 a 1980

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Autor(es): dc.contributorPereira, Alexsandro Eugenio, 1972--
Autor(es): dc.contributorUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Curso de Especialização em Sociologia Política-
Autor(es): dc.creatorCorso, Sérgio Fernando-
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-09-01T10:33:01Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-09-01T10:33:01Z-
Data de envio: dc.date.issued2022-01-13-
Data de envio: dc.date.issued2022-01-13-
Data de envio: dc.date.issued2013-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://hdl.handle.net/1884/51592-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/1884/51592-
Descrição: dc.descriptionOrientador: Profº Drº Alexsandro Eugênio Pereira.-
Descrição: dc.descriptionMonografia (Especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Curso de Especialização em Sociologia Política.-
Descrição: dc.descriptionInclui referências: p. 31-34-
Descrição: dc.descriptionResumo: A década de 1960 até a de 1980 foi um período de abertura política e econômica que promoveu a imigração de muitos brasileiros agricultores para a região de fronteira do Paraguai. Neste trabalho, pretende-se apresentar a política migratória e agrária de Stroessner no período delimitado, analisando o contexto de ocupação de algumas áreas específicas. O método de pesquisa utilizado para compor este trabalho é o monográfico, tendo por base o estudo bibliográfico. A comparação entre os estudos demonstra que um dos motivos principais da abertura migratória ao território paraguaio foi o espírito de cooperação entre Brasil e Paraguai com intenções desenvolvimentistas. O processo migratório dos brasileiros se deu em decorrência das dificuldades enfrentadas pelos agricultores no Brasil e pela facilidade de compra de terras no Paraguai, estas facilidades decorrem devido às políticas agrárias do governo paraguaio. A expansão da agricultura mecanizada culminou na expulsão dos brasileiros e pequenos agricultores, que, vendo sua esperança de adquirir terras no Paraguai acabada, tentaram voltar ao Brasil a partir da metade da década de 1980, coincidindo com o fim da ditadura e a saída do presidente Stroessner do governo. A questão identitária é tratada pelos autores como uma consequência da imigração, para minimizar os conflitos e facilitar a adaptação dos imigrantes brasileiros ao país, o que originou uma "nova" identidade, a brasiguaia. A conclusão define que a política Stroessner alcançou o propósito de transformar a região fronteiriça em uma área de agricultura modernizada, mas trouxe prejuízos sociais e culturais para ambos os lados, aumentando as desigualdades sociais entre os paraguaios e acarretando uma problemática identitária a ser resolvida em ambos os países.-
Formato: dc.format1 arquivo (34 p.) : PDF.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
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Palavras-chave: dc.subjectMigraçao - Aspectos sociais-
Palavras-chave: dc.subjectAgricultura - Aspectos econômicos-
Título: dc.titleImigrantes brasileiros e a política migratória do Paraguai na década de 1960 a 1980-
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