Eficiencia de tres formas de fertilização do solo, a campo e rizotron, sobre a cultura do milho

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorPossamai, Edilberto-
Autor(es): dc.contributorUniversidade Federal do Parana. Setor de Ciencias Agrarias-
Autor(es): dc.creatorPissaia, Amir, 1946--
Data de aceite: dc.date.accessioned2019-08-22T00:24:17Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2019-08-22T00:24:17Z-
Data de envio: dc.date.issued2014-02-07-
Data de envio: dc.date.issued2014-02-07-
Data de envio: dc.date.issued1997-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/1884/34750-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/1884/34750-
Descrição: dc.descriptionResumo: A fertilização das lavouras de milho e praticada pelos produtores, de diferentes modos, de acordo com o nível tecnológico e tamanho das áreas de cultivo. E comum, os mais esclarecidos, empregarem quantidade de fertilizante e proporção entre os elementos (N:P:K), mais ou menos adequadas. No entanto, pelo desconhecimento de conceitos básicos e simplicidade de aplicação, não a executam com critérios, para posicionar o fertilizante onde as raízes possam aproveita-lo com maior eficiência. Este trabalho teve como objetivo, comprovar a eficiência de três técnicas de fertilização: A1 - a lanço na superfície do solo e incorporação com arado de aivecas a profundidade media de 26 cm; A2 - em covas, a 13 cm de profundidade e, A3 - em sulcos, a 7 cm de profundidade. A técnica A1 e pouco utilizada, apesar de possível, em qualquer nível tecnológico usado no sistema convencional e e largamente empregada para incorporação de corretivos; a técnica A2 e empregada por pequenos produtores, que utilizam tração animal no preparo do solo e não dispõem de maquinas para a semeadura, e a técnica A3 e utilizada pela maioria dos produtores, que fazem uso de semeadoras-adubadoras, tração animal ou tratorizada. Foi testada a eficiência dos metodos em experimento de campo, em quatro cultivares de milho, com espacamento de 0,90 m entre-linhas, estande de cinco a seis plantas por metro, 300 kg.ha' 1 (N:P:K) e adição de 60 kg.ha' 1 de N em cobertura, em todos os tratamentos. A melhor eficiência foi verificada no tratamento A1t que produziu 6.537 kg.ha' 1 de graos, significativamente superior aos tratamentos A2, (5.667 kg.ha'1) e A3 (5.558 kg.ha'1), pelo teste de DUNCAN (P < 5%). Verificou-se diferentes respostas entre cultivares, onde o AG 303 (7.131 kg.ha'1) e o P 3207 (6.989 kg.ha'1) apresentaram diferenças significativas, comparativamente ao DINA170 (5.767 kg.ha'1) e P 3230 (4.454 kg.ha'1). As melhores interações ocorreram com o tratamento A-, e as piores com o A3. Complementarmente, em Rizotron, foi testado 0 cultivar AG 303, nas três técnicas de fertilização, com o objetivo de comprovar os resultados obtidos a campo e avaliar as características de desenvolvimento aereo e subterrâneo das plantas. Comprovou-se, também em Rizotron, a maior eficácia da técnica A1 , em todas as variáveis analisadas, comparativamente aos outros tratamentos. Para o Rendimento Econômico (RE) estimado, o tratamento A1 produziu 8.250 kg.ha' 1 de grãos; 0 tratamento A2, 7.350 kg.ha' 1 e o tratamento A3, 5.400 kg.ha'1, os quais foram acompanhados pelo Rendimento Biológico (RB), índice de Colheita (IC), Massa Fresca (MF) e Massa Seca (MS), alem do maior crescimento radicial (cm), MF e MS de raízes. Em relação ao comprimento do sistema radicial, o tratamento A1 apresentou na maturação fisiológica, media por planta de 6.863,50 cm, o tratamento A2, 4.765,50 cm (69%) e o tratamento A3, 4.439,00 cm (65 %). A MS de raízes era, em media, 39,5 g por planta; 17,8 g por planta (45%) e 14,8 g por planta (37%) respectivamente, para os tratamentos A1 , A2 e A3. Concluiu-se que o tratamento A-t foi mais eficiente ao rendimento de graos, independentemente das características genéticas dos cultivares e propiciou melhor crescimento radicial quantitativo em comprimento e massa. Atribuiu-se a melhor resposta das plantas a maior profundidade e homogeneidade de distribuição do fertilizante, induzindo o crescimento harmônico das raízes no perfil com melhor aproveitamento de água e nutrientes disponíveis no solo, proporcionando maior eficiência na conversão da energia luminosa fotossinteticamente ativa, com reflexo no aumento do rendimento da cultura.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Palavras-chave: dc.subjectMilho - Adubos e fertilizantes-
Palavras-chave: dc.subjectSolos - Fertilidade-
Palavras-chave: dc.subjectMilho - Nutrição-
Palavras-chave: dc.subjectTeses-
Palavras-chave: dc.subjectRizotron-
Título: dc.titleEficiencia de tres formas de fertilização do solo, a campo e rizotron, sobre a cultura do milho-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Rede Paraná Acervo

Não existem arquivos associados a este item.