Pensando sobre si mesmos : o que adolescentes em situação de vulnerabilidade social aprendem ao enfrentar adversidades

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Autor(es): dc.contributorLoos-Sant'Ana, Helga, 1967--
Autor(es): dc.contributorUniversidade Federal do Paraná. Setor de Educação. Programa de Pós-Graduação em Educação-
Autor(es): dc.creatorRodriguez, Susana Ines Nunez-
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-09-01T10:38:06Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-09-01T10:38:06Z-
Data de envio: dc.date.issued2022-11-30-
Data de envio: dc.date.issued2022-11-30-
Data de envio: dc.date.issued2008-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://hdl.handle.net/1884/15964-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/1884/15964-
Descrição: dc.descriptionOrientadora: Helga Loos-
Descrição: dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação. Defesa: Curitiba, 2008-
Descrição: dc.descriptionInclui bibliografia e anexos-
Descrição: dc.descriptionResumo: As situaÁ?es de risco social s"o cada vez mais comuns, e para muitas crianÁas e adolescentes essas situaÁ?es n"o s"o fatos isolados, mas vivÍncias di·rias, que podem afetar seu desenvolvimento moral, fÌsico, emocional e cognitivo. O foco principal desta pesquisa est· no interjogo entre as crenÁas auto-referenciadas de um indivÌduo e a maneira como enfrenta, e eventualmente supera, as situaÁ?es adversas que se d"o, especificamente, em contextos de aprendizagem. Partindo do pressuposto que neste interjogo h· peÁas-chave para se compreender melhor o desenvolvimento de adolescentes expostos a situaÁ?es de risco, esta pesquisa visou analisar o conjunto das suas crenÁas auto-referenciadas, as estratÈgias utilizadas para lidar com a adversidade e os mecanismos de autoregulaÁ"o utilizados para repensar as crenÁas apÛs esse enfrentamento. Para isto, foram utilizados quatro instrumentos de coleta de dados: a escala de auto-estima de Rosenberg (1965), escala de autoconceito de Piers-Harris (1984), escala de auto-efic·cia de Bandura (1990) e uma entrevista semi-estruturada elaborada especificamente para esta pesquisa. Os participantes foram 25 adolescentes, do sexo masculino, com idades entre 15 e 18 anos que se encontram abrigados em uma ONG localizada na regi"o metropolitana de Curitiba, Paran·. Os resultados indicam que a maioria dos adolescentes do grupo pesquisado possui um nÌvel de auto-estima mediano, um autoconceito positivo e uma auto-efic·cia positiva, porÈm destaca-se que seu grau de auto-efic·cia para a regulaÁ"o da prÛpria conduta È baixo em comparaÁ"o com os dados encontrados na revis"o de literatura. A an·lise das entrevistas aponta a utilizaÁ"o de diversas estratÈgias de coping (aÁ"o direta, aÁ"o agressiva e busca de apoio social foram as mais mencionadas); o emprego de alguns mecanismos de autoregulaÁ"o tanto para estabelecer, empreender, avaliar e modificar a prÛpria conduta em funÁ"o dos resultados desejados, como tambÈm na reconstruÁ"o das prÛprias crenÁas. Os estudos de caso realizados com sete dos adolescentes do grupo, os quais englobam os principais resultados de todos os instrumentos aplicados, destacam o papel das crenÁas de autoestima, autoconceito e, sobretudo, da auto-efic·cia ao lidar com a adversidade e como esta forma de lidar realimenta as prÛprias crenÁas. Em funÁ"o destes resultados considera-se importante o papel que os educadores e cuidadores destes adolescentes tÍm na construÁ"o das suas crenÁas auto-referenciadas, assim como na educaÁ"o a respeito das diversas estratÈgias de coping e nos mecanismos de regulaÁ"o da conduta necess·rios para que eles se sintam mais preparados para enfrentar e superar as adversidades. Por fim, destaca-se que a maioria obteve escores altos na dimens"o da felicidade e satisfaÁ"o com a vida prÛpria da escala de autoconceito, o que evidencia, possivelmente, o grande potencial de resiliÍncia que demonstram estes adolescentes, ao se considerarem felizes e satisfeitos, apesar dos fatos e circunst‚ncias adversas a que estiveram e est"o expostos.-
Descrição: dc.descriptionAbstract: Social risk situations are no longer unusual, and to many children and adolescents those situations are not isolated facts, but day-to-day experiences that may affect their moral, physical, emotional, and cognitive development. The main focus of this research is in the interplay between the self-beliefs and the way that the individual follows to cope with, and eventually overcome, the risk situations that could happen in a learning context. With the hypothesis that in this interplay are key- to a better understanding of the adolescentsí development exposed to risky situations, this research aimed to analyze the self-beliefs set, the strategies used to cope with adversity, and the self-regulation mechanisms used to rethink the beliefs after the whole process. For this purpose 4 instruments were used: The Rosenberg Self-Esteem Scale (1965), the Piers-Harris SelfConcept Scale (1984), Bandura Self-Efficacy Scale for Children and Adolescents (1990) and an interview elaborated for this study. The participants were 25 male adolescents from 15 to 18 years old that are sheltered in a Non Governmental Organization in the metropolitan region of Curitiba, Paran·. The results informed that most of these adolescents have a middle level of self-esteem, a positive self-concept, and also a positive self-efficacy, although the level of self-efficacy for regulation of the own behavior is low in comparison with other studies. The interviewsí analyses point out the utilization of different coping strategies (taking action, seeking help and aggressive conducts were the most mentioned among all), the use of several mechanisms of selfregulation to establish, engage and evaluate the followed conduct, and also to rethink their self-beliefs. The cases of seven adolescents belonging to the group were deeply analyzed using all the instruments applied, and there were found that self-esteem, selfconcept and most of all the self-efficacy beliefs have a prominent role in coping with adversity, and how the coping stile feedback the self-beliefs. The results allow some considerations about the role of the teachers and caregivers of these adolescents in the construction of their self-beliefs, and in the education in terms of coping abilities and mechanisms of self-regulation, because they are basic resources to deal well, and eventually overcome, the adversities. Finally, it is interesting to consider that most of the participant subjects got a high score in the ìhappiness and satisfaction with themselves and their own lifeî, a dimension of the self-concept scale. This may reveal the big resilient potential that these adolescents showed up, as they consider themselves happy and satisfied, despite of all adverse facts and circumstances they have been exposed to.-
Formato: dc.format189 f. : il., grafs.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Relação: dc.relationDisponível em formato digital-
Palavras-chave: dc.subjectAutoestima em adolescentes-
Palavras-chave: dc.subjectAdolescentes - Condições sociais-
Palavras-chave: dc.subjectEducação-
Título: dc.titlePensando sobre si mesmos : o que adolescentes em situação de vulnerabilidade social aprendem ao enfrentar adversidades-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Rede Paraná Acervo

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