Avaliação da toxicidade de protetores solares orgânicos e inorgânicos em organismos marinhos neotropicais.

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorRibeiro, Caio Cesar-
Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Autor(es): dc.contributorAbessa, Denis Moledo de Souza-
Autor(es): dc.creatorCastro, João Vítor-
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-08-21T18:41:43Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-08-21T18:41:43Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-01-16-
Data de envio: dc.date.issued2025-01-16-
Data de envio: dc.date.issued2024-12-11-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://hdl.handle.net/11449/259784-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/11449/259784-
Descrição: dc.descriptionEste estudo avaliou os efeitos ecotoxicológicos de protetores solares em espécies marinhas, a partir da determinação das concentrações de inibição (CI50) e letais (CL50) a 50% dos organismos expostos. Foram testados três protetores solares disponíveis no mercado brasileiro: Neutrogena Sun Fresh (NEU) e Sundown Praia e Piscina (SUN), contendo filtros orgânicos, e Episol mineral (EPS), contendo filtros inorgânicos. Os organismos utilizados nos ensaios foram óvulos fecundados do ouriço-do-mar Echinometra lucunter, da bolacha-do-mar Mellita quinquiesperforata, e do mexilhão Perna perna, e náuplios do microcrustáceo Artemia sp.. Os resultados mostraram que todos os protetores solares apresentaram potencial tóxico para as espécies testadas, com variações na sensibilidade entre os organismos. A espécie E. lucunter exibiu maior sensibilidade ao EPS (CI50 de 12,07 mg/L), enquanto M. quinquiesperforata foi mais sensível aos protetores orgânicos (CI50 de 0,13 mg/L para NEU e 0,68 mg/L para SUN). Para P. perna, não houve diferença significativa na toxicidade entre os produtos. Artemia sp. foi menos sensível, não apresentando respostas significativas após a exposição aos protetores solares testados. Os resultados demonstram que tanto os filtros orgânicos quanto os inorgânicos podem causar efeitos adversos à fauna marinha, destacando a necessidade de atenção aos impactos ambientais desses produtos. Porém, a toxicidade observada nos produtos comerciais pode estar relacionada não apenas aos filtros UV, mas também a outros componentes presentes nas suas formulações. Conclui-se que esses produtos são tóxicos para invertebrados marinhos, representando uma ameaça potencial para ecossistemas costeiros, reforçando a importância de pesquisas adicionais sobre a toxicidade e dispersão ambiental destes compostos.-
Descrição: dc.descriptionThis study evaluated the ecotoxicological effects of sunscreens on marine species by determining the inhibitory concentrations (IC50) and lethal concentrations (LC50) for 50% of exposed organisms. Three sunscreens available in the Brazilian market were tested: Neutrogena Sun Fresh (NEU) and Sundown Praia e Piscina (SUN), containing organic filters, and Episol Mineral (EPS), containing inorganic filters. The organisms used in the assays were fertilized eggs of the sea urchin Echinometra lucunter, the sand dollar Mellita quinquiesperforata, and the mussel Perna perna, as well as nauplii of the microcrustacean Artemia sp.. The results showed that all sunscreens exhibited toxic potential for the tested species, with variations in sensitivity among organisms. The species E. lucunter displayed greater sensitivity to EPS (IC50 of 12.07 mg/L), while M. quinquiesperforata was more sensitive to organic sunscreens (IC50 of 0.13 mg/L for NEU and 0.68 mg/L for SUN). For P. perna, no significant differences in toxicity were observed among the products. Artemia sp. was less sensitive, showing no significant responses after exposure to the tested sunscreens. The resultsdemonstrate that both organic and inorganic filters can cause adverse effects on marine fauna, highlighting the need to address the environmental impacts of theseproducts. However, the observed toxicity in commercial products may be related not only to UV filters but also to other components in their formulations. It is concluded that these products are toxic to marine invertebrates, posing a potential threat to coastal ecosystems, and emphasizing the importance of further research on the toxicity and environmental dispersion of these compounds.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Direitos: dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess-
Palavras-chave: dc.subjectFiltro solar (Cosméticos)-
Palavras-chave: dc.subjectEcotoxicologia ambiental-
Palavras-chave: dc.subjectOrganismos marinhos-
Título: dc.titleAvaliação da toxicidade de protetores solares orgânicos e inorgânicos em organismos marinhos neotropicais.-
Título: dc.titleEvaluation of the toxicity of organic and inorganic sunscreens on neotropical marine organisms-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Unesp

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