LAURENCE STERNE, MACHADO DE ASSIS E O ATO DA LEITURA: A PALAVRA LITERÁRIA COMO EXPERIÊNCIA DO FORA

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Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Autor(es): dc.contributorUniversidade Federal de Juiz de Fora-
Autor(es): dc.creatorTrigo, Aline Candido-
Autor(es): dc.creatorNogueira, Nícea Helena De Almeida-
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-08-21T22:06:54Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-08-21T22:06:54Z-
Data de envio: dc.date.issued2023-07-29-
Data de envio: dc.date.issued2023-07-29-
Data de envio: dc.date.issued2022-12-01-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/1983-682120221523-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/244879-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/11449/244879-
Descrição: dc.descriptionThis article analyzes Tristram Shandy (1759-1767), by Laurence Sterne, and The Posthumous Memoirs of Brás Cubas (1881), by Machado de Assis, considering the mirroring they present of the reader as a character who updates the sparks of meaning in that space of the outside language, based on the concept of Maurice Blanchot. The narrators Brás Cubas and Tristram Shandy refrain from giving full descriptions of events and characters so as not to tarnish the literary experience of their readers. The perspective of both is at the heart of what configures the literary experience: it is an experience that takes place in the space outside the word. Reading literature implies constantly lifting your eyes from the pages and diving into other dimensions of meanings.-
Descrição: dc.descriptionEste artigo analisa Tristram Shandy (1759-1767), de Laurence Sterne, e Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), de Machado de Assis, a partir do espelhamento que apresentam do leitor enquanto personagem que atualiza as faíscas de sentido nesse espaço do fora da linguagem, a partir do conceito de Maurice Blanchot. Os narradores Brás Cubas e Tristram Shandy se eximem de dar descrições completas de eventos e personagens para não macular a experiência literária de seus leitores. A perspectiva de ambos está no cerne do que configura essa experiência: ela se dá no espaço externo à palavra. Ler literatura implica levantar os olhos das páginas e mergulhar em outras dimensões das significações.-
Descrição: dc.descriptionUniversidade Estadual Paulista-
Descrição: dc.descriptionUniversidade Federal de Juiz de Fora-
Descrição: dc.descriptionUniversidade Estadual Paulista-
Formato: dc.format--
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas-
Relação: dc.relationMachado de Assis em Linha-
Direitos: dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess-
???dc.source???: dc.sourceSciELO-
Palavras-chave: dc.subjectTristram Shandy-
Palavras-chave: dc.subjectThe Posthumous Memoirs of Brás Cubas-
Palavras-chave: dc.subjectliterary reading-
Palavras-chave: dc.subjectexperience of the outside-
Palavras-chave: dc.subjectTristram Shandy-
Palavras-chave: dc.subjectMemórias póstumas de Brás Cubas-
Palavras-chave: dc.subjectleitura literária-
Palavras-chave: dc.subjectexperiência do fora-
Título: dc.titleLAURENCE STERNE, MACHADO DE ASSIS E O ATO DA LEITURA: A PALAVRA LITERÁRIA COMO EXPERIÊNCIA DO FORA-
Título: dc.titleLAURENCE STERNE, MACHADO DE ASSIS, AND THE ACT OF READING: THE LITERARY WORD AS EXPERIENCE OF THE OUTSIDE-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Unesp

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