Zoneamento ecológico-econômico como ferramenta para gestão ambiental no município de Barra Bonita/SP

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Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Autor(es): dc.creatorCampos, Mariana de-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-03-11T00:58:32Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-03-11T00:58:32Z-
Data de envio: dc.date.issued2019-01-17-
Data de envio: dc.date.issued2019-01-17-
Data de envio: dc.date.issued2018-11-09-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/180483-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/11449/180483-
Descrição: dc.descriptionCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)-
Descrição: dc.descriptionPós-graduação em Agronomia (Energia na Agricultura) - FCA-
Descrição: dc.descriptionO Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) está inserido na Política Nacional do Meio Ambiente e tem sido importante para implantação de políticas públicas em municípios atuando no ordenamento territorial em busca do desenvolvimento sustentável. O objetivo do presente estudo foi realizar uma proposta de ZEE que subsidiasse um plano de gestão ambiental para o município. A área de estudo é o município de Barra Bonita, está localizada na porção central do Estado de São Paulo e possui uma área de 15.208,97 hectares. Com o auxilio das imagens de satélite Sentinel-2A do ano de 2017 e ferramentas do Sistema de Informação Geográfica (SIG) QGIS, gerou-se mapas dos componentes da paisagem, como solo, declividade, recursos hídricos, uso e ocupação da terra e APPs. As metodologias utilizadas foram propostas por Ross (1994), sobre as unidades ecodinâmicas e na análise empírica da fragilidade ambiental. Com base no mapeamento do uso e ocupação da terra, constatou-se que 72,72% da área de estudo estão destinadas ao cultivo da cana-de-açúcar, seguido da classe mata 8,75% e o restante distribuído em área urbana, e outras classes. As fragilidades ambientais foram analisadas resultando em Fragilidade Potencial “Muito Baixa” (44,98%) seguida de “Baixa” (31,25%) e para Fragilidade Emergente “Média” (64,58%) e “Forte” (18,53%). O levantamento das fragilidades permitiu definir as áreas mais frágeis que merecem mais atenção e estabelecer as zonas com suas respectivas unidades que representam o Zoneamento Ecológico Econômico.-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Direitos: dc.rightsopenAccess-
Palavras-chave: dc.subjectFragilidade ambiental potencial e emergente, Planejamento ambiental e Geotecnologias-
Título: dc.titleZoneamento ecológico-econômico como ferramenta para gestão ambiental no município de Barra Bonita/SP-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Unesp

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