Surdez, implante coclear e formação de professores: um mapeamento em escolas de uma cidade do interior do Estado de São Paulo

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Autor(es): dc.creatorBellotti, Adriana do Carmo-
Autor(es): dc.creatorManzoli, Luci Pastor-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-03-10T22:52:35Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-03-10T22:52:35Z-
Data de envio: dc.date.issued2016-07-19-
Data de envio: dc.date.issued2016-07-19-
Data de envio: dc.date.issued2014-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://www.unesp.br/portal#!/prograd/e-livros-prograd/-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/141713-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/11449/141713-
Descrição: dc.descriptionA inclusão educacional visa atender a todos oferecendo um ensino de qualidade e respeito às diferenças, conforme a LDB n0 9.394/96. O presente trabalho teve por objetivo realizar um mapeamento junto às escolas da rede pública e particular de uma cidade do interior paulista, visando conhecer o número de alunos surdos e destes os usuários de implante coclear, bem como os recursos e formação oferecidos a eles e aos seus professores. Por meio de entrevistas semiestruturadas os dados foram coletados. Os resultados mostraram que a rede estadual possuía 35 alunos surdos, sendo que 17 recebiam acompanhamento do professor interlocutor e os demais contavam com o Serviço de Apoio Pedagógico Especializado – SAPE. Destaca-se que nessa rede não havia aluno implantado. A rede municipal possuía 16 alunos surdos incluídos e dentre esses uma criança usuária do implante coclear, sendo que todos os alunos recebiam atendimentos no Centro de Atendimento Educacional Especializado – CAEE, com professores especialistas. Em relação à formação, os professores que possuíam alunos surdos haviam recebido cursos de capacitação e eram orientados por especialistas. Quanto à rede particular, foram encontrados 03 alunos surdos e todos com implante coclear que recebiam atendimentos especializados em clínicas particulares. Sobre a formação, nenhum dos professores fez cursos de capacitação ou formação continuada para lidar com esses alunos. Portanto, o trabalho mostrou que houve grandes progressos para os surdos no sentido de conquistar os seus direitos como cidadãos, bem como na escolha de seu próprio sistema linguístico tornando-se mais evidente no caso dos que optaram pelo implante coclear para se comunicarem por meio da língua oral.-
Formato: dc.format9315-9322-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Publicador: dc.publisherPró-Reitoria de Graduação (PROGRAD UNESP)-
Relação: dc.relationCongresso Nacional de Formação de Professores-
Relação: dc.relationCongresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores-
Direitos: dc.rightsopenAccess-
Palavras-chave: dc.subjectSurdez-
Palavras-chave: dc.subjectImplante coclear-
Palavras-chave: dc.subjectFormação de professores-
Título: dc.titleSurdez, implante coclear e formação de professores: um mapeamento em escolas de uma cidade do interior do Estado de São Paulo-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Unesp

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