Ensino-aprendizagem das geotecnologias na universidade: uma proposta baseada no saber dos alunos como ponto de partida do trabalho pedagógico

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Autor(es): dc.creatorSilva, Hélio Ricardo-
Autor(es): dc.creatorMarques, Artur Pantoja-
Autor(es): dc.creatorSilva, Cristina Lacerda Soares Petrarolha-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-03-10T22:52:00Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-03-10T22:52:00Z-
Data de envio: dc.date.issued2016-07-19-
Data de envio: dc.date.issued2016-07-19-
Data de envio: dc.date.issued2014-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://www.unesp.br/portal#!/prograd/e-livros-prograd/-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/141539-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/11449/141539-
Descrição: dc.descriptionO presente trabalho, tem por objetivo apresentar os resultados da utilização das técnicas de ensino-aprendizagem Cartazes em Grupo (CG) e Grupo de Observação versus Grupo de Verbalização (GOxGV), comparadas a técnica expositiva, aplicadas na área de Geotecnologias, de 1988 a 2013. As técnicas nas quais os alunos aprenderam agindo (CG) e (GOxGV), foram aplicadas entre 1998 a 2013 e comparadas à técnica expositiva tradicional utilizada até 1997, no curso de Agronomia da FEIS/UNESP. Na técnica (CG), aplicada na primeira aula do semestre letivo, propõem-se aos alunos esquematizar em cartazes “o que é”, “para que serve” e “como funciona” o Sensoriamento Remoto. Observou-se que os alunos possuíam informações sobre o tema, mas não demonstraram conhecimento sobre a importância da energia radiante. A técnica GOxGV foi escolhida para discutir um texto que abordava a interação da radiação eletromagnética com a planta. Durante a aplicação da técnica, o GV discutiu o conteúdo do texto, enquanto o GO apenas observava e anotava conceitos que considerou falhos na discussão do GV. Em seguida o GO fez suas colocações, procurando corrigir ou complementar, enquanto o GV apenas ouvia. Finalizando, o professor complementou o tema e quando necessário retificou conceitos apresentados pelos alunos. Por meio dessas técnicas de participação ativa dos alunos, constatou-se uma melhor interação alunos x alunos e professor x alunos, ficando o docente com o papel centrado na mediação da aprendizagem. Verificou-se que o ensino-aprendizagem foi mais eficiente e agradável do que na técnica expositiva. Além disso, o docente teve um feedback imediato sobre a aprendizagem dos alunos, o que não sucedeu na técnica expositiva.-
Formato: dc.format9500-9509-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Publicador: dc.publisherPró-Reitoria de Graduação (PROGRAD UNESP)-
Relação: dc.relationCongresso Nacional de Formação de Professores-
Relação: dc.relationCongresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores-
Direitos: dc.rightsopenAccess-
Palavras-chave: dc.subjectEnergia radiante-
Palavras-chave: dc.subjectImagens de satélite-
Palavras-chave: dc.subjectTécnicas de aprendizagem-
Título: dc.titleEnsino-aprendizagem das geotecnologias na universidade: uma proposta baseada no saber dos alunos como ponto de partida do trabalho pedagógico-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Unesp

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