Modificação de nanopartículas de óxido de ferro por dextranas

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Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Autor(es): dc.creatorPiazza, Rodolfo Debone-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-03-10T22:22:09Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-03-10T22:22:09Z-
Data de envio: dc.date.issued2016-01-13-
Data de envio: dc.date.issued2016-01-13-
Data de envio: dc.date.issued2011-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/132442-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://www.athena.biblioteca.unesp.br/exlibris/bd/capelo/2015-12-22/000679860.pdf-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/11449/132442-
Descrição: dc.descriptionA modificação de nanopartículas de óxido de ferro tem sido motivo de diversos estudos devido ao grande potencial em aplicações tecnológicas, em especial a área biomédica, pela aliança das propriedades magnéticas dos óxidos com a funcionalidade que a dextrana confere a esse material. O presente trabalho tem como objetivo sintetizar e caracterizar o sistema óxido de ferro/dextranas. O óxido de ferro foi obtido pela reação de co-precipitação de sais de ferro (II) e ferro (III) - na razão molar 1:2 - com hidróxido de sódio e a modificação das partículas magnéticas se deu por dois métodos: (I) a co-precipitação na presença de dextrana e carboximetil dextrana e (II) a co-precipitação seguida da modificação. Para modificação proposta pelo método (II) se fez necessário enxertar a dextrana em ácido acrílico, utilizando o íon Ce(IV) como iniciador da reação de polimerização. Nessa etapa se averiguou a concentração de iniciador ótima para a síntese e, através da técnica de espectroscopia de infravermelho, se pode confirmar a eficiência do enxerto. A concentração 0,3% de íon Ce(IV) apresentou melhor distribuição de tamanho, obtidos por análises de microscopia eletrônica de varredura e espalhamento de luz dinâmico, sendo escolhida para síntese junto a partícula magnética. A difratometria de raio X permitiu determinar a formação de estrutura cristalina da magnetita e maghemita, que são muito parecidas entre si, porém os espectros de infravermelho apontaram desdobramentos da ligação Fe - O característica da maghemita. A relação Fe2+/ Fe3+ obtida por espectrofotometria também resultou em oxidação. A estabilidade coloidal dos sistemas foi avaliada através de medidas de potencial zeta. A modificação da partícula magnética com carboximetil dextrana foi equivalente para os dois métodos empregados, entretanto a modificação com ...-
Formato: dc.format49 f.-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Direitos: dc.rightsopenAccess-
Palavras-chave: dc.subjectNanoparticles-
Palavras-chave: dc.subjectNanopartículas-
Palavras-chave: dc.subjectOxido de ferro-
Palavras-chave: dc.subjectEstabilidade coloidal-
Título: dc.titleModificação de nanopartículas de óxido de ferro por dextranas-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Unesp

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