Diferenças estilísticas do autotradutor João Ubaldo Ribeiro em Sergeant Getulio e An Invincible Memory

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Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Autor(es): dc.creatorCamargo, Diva Cardoso de-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-03-10T21:47:51Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-03-10T21:47:51Z-
Data de envio: dc.date.issued2015-04-27-
Data de envio: dc.date.issued2015-04-27-
Data de envio: dc.date.issued2011-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://sare.anhanguera.com/index.php/rtcom/article/view/2777-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/122281-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/11449/122281-
Descrição: dc.descriptionEste trabalho teve por objetivo analisar o estilo de João Ubaldo Ribeiro enquanto autotradutor e também compará-lo ao seu estilo enquanto autor, por meio de um corpus paralelo formado pelas obras Sargento Getúlio/Sergeant Getulio e Viva o povo brasileiro/An invincible memory. A fundamentação teórica apoia-se na abordagem interdisciplinar proposta por Camargo (2005, 2007) envolvendo os estudos de tradução baseados em corpus (Baker, 1996, 2000, 2004) e a linguística de corpus (Berber Sardinha, 2004). Para uma observação do seu perfil estilístico, procurei identificar usos linguísticos característicos e individuais, ou seja, traços de seu comportamento linguístico relacionados à variação vocabular. Quanto aos resultados, foi possível observar que, enquanto participante como autotradutor, Ubaldo Ribeiro revela um padrão estilístico distintivo e preferencial que apresenta menor variação lexical. Em contraste, na situação de participante como autor, Ubaldo Ribeiro mostra padrões estilísticos com maior variação. A diversidade de vocabulário já era esperada para o escritor João Ubaldo, uma vez que a crítica literária enfatiza a sua habilidade na exploração do verbo brasileiro. Ao considerar a forma padronizada como uma indicação do uso que o autotradutor faz da linguagem, pode-se destacar, apesar da influência de possíveis variáveis, que a diferença menor registrada para Sergeant Getulio (3,69) e acentuadamente mais baixa para An invincible memory (4,73) constituem marcas significativas da utilização dos padrões estilísticos próprios desse tradutor de si mesmo, revelando o impacto da extensão dessas diferenças em contraste com a escrita do autor, respectivamente em Sargento Getúlio e Viva o povo brasileiro.-
Formato: dc.format53-64-
Idioma: dc.languagept_BR-
Relação: dc.relationTradução e Comunicação-
Direitos: dc.rightsopenAccess-
Palavras-chave: dc.subjectEstilo do autotradutor-
Palavras-chave: dc.subjectLiteratura Brasileira traduzida-
Palavras-chave: dc.subjectEstudos de tradução baseados em corpus-
Palavras-chave: dc.subjectLingüística de Corpus-
Palavras-chave: dc.subjectJoão Ubaldo Ribeiro-
Título: dc.titleDiferenças estilísticas do autotradutor João Ubaldo Ribeiro em Sergeant Getulio e An Invincible Memory-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Unesp

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