O imaginário sertanejo no Romance d‘A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta: memória e invenção em uma imagística quadernesca

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Autor(es): dc.creatorNarvaes, Giuliarde de Abreu-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-03-10T21:47:47Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-03-10T21:47:47Z-
Data de envio: dc.date.issued2015-04-09-
Data de envio: dc.date.issued2015-04-09-
Data de envio: dc.date.issued2014-08-27-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/122244-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/11449/122244-
Descrição: dc.descriptionConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)-
Descrição: dc.descriptionPós-graduação em Letras - IBILCE-
Descrição: dc.descriptionThe imaginary is characterized, among other acceptations, as a set of mental productions that turns into artworks. The visual and linguistic images from the our imaginary are responsible for assigning coherence and dynamism to set. In this research we study the fictional imaginary in Romance d’A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta, written by Ariano Suassuna a brazilian writer from Paraíba. In his creation it´s possible to note the fruitful communion between the images that comes sometimes from the popular roots of northeastern culture, sometimes from a diversity of other works belonging to the canon of western classical culture. Novelist, poet, and creator of a new northeastern dramaturgy, Ariano Suassuna was also creator of the Armorial Movement, that started in Recife, in 1970. So we believe this movement results in a unique cultural project, engaged with the matchup of different arts, so relate the popular and erudite production. On route that we undertake through this Suassuna creation, we highlight the Romance d’A Pedra do Reino, first of all, as a narrative compendium of Armorial ideas, and this prerogative has become one of our itineraries in the critical crossing along this novel. In this work, we propose to think what it is and how it is the imaginary in the context of a fictional work, specifically we also realizing the presence of the narrator as an imaginative consciousness able to determine the form and substance to the images collected in its imaginative action (narration). So, with the study of erudite, popular, individual and collective memories, we mobilized the composition of a backlander imaginary. We also observed, in Romance d’A Pedra do Reino´s context, the fusion and a figuratively aesthetics from different sources memorials. They are like a fundamental substrate necessary to the Novel composition. We highlight, at the end of the research, compiling an erudite and popular tradition in ...-
Descrição: dc.descriptionO imaginário caracteriza-se, entre outras acepções, como um conjunto de produções mentais ou transformadas em obras artísticas, que possuem como base imagens visuais e linguísticas, sendo estas responsáveis por atribuir coerência e dinamismo ao conjunto. Neste trabalho, estudamos o imaginário ficcional no Romance d’A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta, obra do escritor paraibano Ariano Suassuna, observando a profícua comunhão entre as imagens advindas, ora das raízes populares da cultura nordestina, ora de uma diversidade de outras obras pertencentes ao cânone da cultura erudita ocidental. Romancista, poeta e criador de uma nova dramaturgia nordestina, Ariano Suassuna foi, também, idealizador do Movimento Armorial, iniciado em Recife, no ano de 1970. Esse Movimento resulta um projeto cultural único, comprometido com a associação de diferentes artes, de modo a relacionar a produção popular e a erudita. No percurso que empreendemos pela obra de Suassuna, destacamos o Romance d’A Pedra do Reino, antes de tudo, como um compêndio narrativo do ideário Armorial, e tal prerrogativa tornou-se um dos nossos itinerários na travessia crítica do romance. Neste trabalho, propomos pensar o que é e como se constitui o imaginário no contexto de uma obra ficcional, percebendo, especificamente, a presença do narrador como uma consciência imaginante capaz de determinar forma e substância às imagens coligidas em sua ação imaginativa (narração). Com o estudo das memórias eruditas, populares, individuais e coletivas, mobilizadas na composição de um imaginário sertanejo, pudemos verificar, no contexto do Romance d’A Pedra do Reino, a fusão e a figurativização estética de diferentes fontes memoriais, responsáveis por constituírem um substrato necessário e fundamental à composição do Romance. Destacamos, ao fim da pesquisa, a compilação de uma tradição erudita e popular em diferentes gêneros ...-
Formato: dc.format161 f. : il.-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Direitos: dc.rightsopenAccess-
Palavras-chave: dc.subjectSuassuna, Ariano 1927-2014 Romance d‘A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta Crítica e interpretação-
Palavras-chave: dc.subjectLiteratura brasileira - História e crítica-
Palavras-chave: dc.subjectFicção brasileira - História e crítica - Séc. XX-
Palavras-chave: dc.subjectImaginario-
Palavras-chave: dc.subjectMemória na literatura-
Palavras-chave: dc.subjectCultura popular-
Título: dc.titleO imaginário sertanejo no Romance d‘A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta: memória e invenção em uma imagística quadernesca-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Unesp

Não existem arquivos associados a este item.