Efeitos da fadiga relacionada ao trabalho sobre a força manual em funcionários do restaurante universitário e da administração do IGCE da Unesp

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Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Autor(es): dc.creatorTibúrcio, Rafael Santos-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-03-10T21:45:50Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-03-10T21:45:50Z-
Data de envio: dc.date.issued2015-03-23-
Data de envio: dc.date.issued2015-03-23-
Data de envio: dc.date.issued2010-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/121579-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/11449/121579-
Descrição: dc.descriptionTêm-se preocupado cada vez mais com a saúde do trabalhador manual, que vem sendo prejudicada com as altas demandas de trabalho repetitivo sem a devida recuperação, aumentando os riscos de lesão. A fadiga muscular tem se mostrado um importante fator responsável pelo aumento do risco de lesão, pois deixa a musculatura enrijecida e com pouca resistência muscular para suportar a demanda de trabalho. Este estudo pretende evidenciar a diminuição da força de resistência muscular devido ao acúmulo de fadiga residual do trabalho, através da dinamometria manual. Foram escolhidos 16 sujeitos, funcionários do Restaurante Universitário e da administração do Instituto de Geociências (IGCE) da UNESP campus Rio Claro, que realizam trabalho manual repetitivo. Entre os 16 sujeitos, haviam 11 mulheres (com média de idade 48,8 ± 12,4, e média de IMC 26,9 ± 4,8) e 5 homens (com média de idade 45,9 ± 14,8 e média de IMC 25,3 ± 6,5). Foi realizado o teste de preensão manual onde os sujeitos realizavam 10 contrações rápidas e de máxima força, com intervalo de 3 segundos entre cada contração, mas foram utilizadas para análise as contrações 1, 5 e final.. O teste foi realizado com ambas as mãos na Segunda-feira e na Sexta-feira, no período da manhã e da tarde. Analisando-se os resultados obtidos para a mão não-dominante, pudemos observar uma queda nos valores de média de força manual ao longo das contrações, sendo que na sexta-feira a queda é maior que na segunda-feira, e à tarde a queda é maior que no período da manhã. Para a mão dominante, essa queda maior ocorreu na sextafeira à tarde, momento de maior acúmulo de fadiga residual. Podemos concluir com este estudo, que a fadiga residual do trabalho interfere na queda de desempenho de força dos funcionários, sendo a mão não-dominante mais influenciada pela fadiga...(Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo)-
Formato: dc.format25 f.-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Direitos: dc.rightsopenAccess-
Palavras-chave: dc.subjectGinástica-
Palavras-chave: dc.subjectExercícios terapêuticos-
Palavras-chave: dc.subjectTrabalho - Aspectos fisiologicos-
Palavras-chave: dc.subjectTeste de esforço-
Palavras-chave: dc.subjectLesões por esforços repetitivos-
Palavras-chave: dc.subjectSaude e trabalho-
Palavras-chave: dc.subjectGinástica laboral-
Palavras-chave: dc.subjectDinamometria-
Título: dc.titleEfeitos da fadiga relacionada ao trabalho sobre a força manual em funcionários do restaurante universitário e da administração do IGCE da Unesp-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Unesp

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