Prevalência de infecção clamidiana em mulheres com diagnóstico de infertilidade primária e secundária atendidas no ambulatório de esterilidade do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicna de Botucatu, Unesp

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Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Autor(es): dc.creatorLavorato, Heloisa Lopes-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-03-10T21:38:55Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-03-10T21:38:55Z-
Data de envio: dc.date.issued2015-03-23-
Data de envio: dc.date.issued2015-03-23-
Data de envio: dc.date.issued2009-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/119578-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/11449/119578-
Descrição: dc.descriptionA infertilidade está se tornando um problema emergente de saúde pública em muitos países do mundo e, para muitos autores, esse aumento parece coincidir com o crescente papel desempenhado pela Chlamydia trachomatis. A infecção por C. trachomatis é uma das principais causas de lesão tubária que pode levar a oclusão desta ou processos aderentes que comprometem o complexo tubo-ovariano. O objetivo deste trabalho foi avaliar a prevalência de cervicite por Chlamydia trachomatis em mulheres diagnosticadas com infertilidade primária ou secundária atendidas no Ambulatório de Esterilidade do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu, UNESP. Foram incluídas no estudo 112 mulheres atendidas no período de julho de 2008 a junho de 2009, que concordaram em participar do estudo e que responderam ao questionário para caracterização sóciodemográfica e ginecológica, sendo 62 pacientes com infertilidade primária e 50 com infertilidade secundária. Durante o exame especular, foi coletada secreção cervical com cytobrush para pesquisa de C. trachomatis pela técnica de reação em cadeia da polimerase (PCR) e conteúdo vaginal por meio de swab para avaliação da flora vaginal pelo método de Gram. Em relação à caracterização das pacientes, 66,7% eram moradoras de municípios com menos de 100.000 habitantes, 63,4% relataram ter vínculo empregatício, 98,2% declararam união estável, 74,1% eram brancas e 14,3% fumantes. A mediana de idade das pacientes no momento da inclusão no estudo foi de 28 anos (14-44). A mediana de idade à menarca e ao início da atividade sexual foi de 12 anos (9-17) e 16 anos (11-38), respectivamente. A mediana do tempo de infertilidade foi de 4 anos (1-17). Ainda nesse estudo, 67,9% das pacientes relataram mais de três relações sexuais por semana, 25,0% relataram infecção do trato genital inferior anteriormente ao estudo, 23,2% relataram... (Resumo Completo, clicar acesso eletrônico abaixo)-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Direitos: dc.rightsopenAccess-
Palavras-chave: dc.subjectInfertilidade-
Palavras-chave: dc.subjectSaúde pública-
Palavras-chave: dc.subjectVaginose bacteriana-
Título: dc.titlePrevalência de infecção clamidiana em mulheres com diagnóstico de infertilidade primária e secundária atendidas no ambulatório de esterilidade do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicna de Botucatu, Unesp-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
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