A distorção do conceito de economia no jornal Folha de São Paulo

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Autor(es): dc.creatorAquino, Aelton Silva de-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-03-10T21:35:25Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-03-10T21:35:25Z-
Data de envio: dc.date.issued2015-03-23-
Data de envio: dc.date.issued2015-03-23-
Data de envio: dc.date.issued2010-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/118076-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/11449/118076-
Descrição: dc.descriptionThe work aims to analyse the concept of economics as the science of scarcity is distorced in the newspaper Folha de Sao Paulo. Neoclassical economists characterize the economy as the science that is concerned with the welfare of the people, satisfying their needs. However, the economy in the newspapers of the mainstream media appears in contexts where only the profit of companies and businesses are addressed, leaving aside the problem of economic inequality, unemployment, working conditions and other issues that are also part of economy, but they are hardly concerns of journalists. In this work, the object of study was the notebook Market and content analysis followed the criteria of Bardin (1977). Ten words were chosen in the category science of scarcity and ten words were chosen in the category science of abundance. From these categories, a careful reading was done, counting how many times each word appeared in the newspaper. Also paid attention to the words that appeared and contexts in which they fell journalistic genre. In a second step, interviews were conducted with journalists from economics to know what they mean by the economy and what the guidelines are more common. Data collection and interviews contributed to the interpretation and confirmation on whether or not the distortion of the concept of economy and how it happens-
Descrição: dc.descriptionO trabalho objetiva analisar se o conceito de economia como sendo a ciência da escassez encontra-se distorcido no jornal Folha de São Paulo. Os economistas neoclássicos caracterizam a economia como a ciência que se preocupa com o bem-estar das pessoas, satisfazendo suas necessidades. No entanto, a economia nos jornais da grande imprensa aparece em contextos em que apenas o lucro e os negócios das empresas são abordados, deixando de lado o problema da desigualdade econômica, o desemprego, as condições de trabalho, entre outras questões que também fazem parte da economia, mas que quase não são preocupações dos jornalistas. Neste trabalho, o objeto de estudo foi o caderno mercado, e a análise de conteúdo seguiu os critérios de Bardin (1977). Dez palavras foram escolhidas na categoria “ciência da escassez” e dez palavras foram escolhidas na categoria “ciência da abundância”. A partir dessas categorias, uma leitura criteriosa foi feita, contabilizando quantas vezes cada palavra surgia no jornal. Também se prestou atenção em que contextos as palavras surgiam e em qual gênero jornalístico elas se enquadravam. Em um segundo momento, foram feitas entrevistas com jornalistas de economia para saber o que eles entendem por economia e quais são as pautas mais comuns. A coleta de dados e as entrevistas contribuíram para a interpretação e a confirmação sobre a distorção ou não do conceito de economia e como isso acontece-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Direitos: dc.rightsopenAccess-
Palavras-chave: dc.subjectJornalismo-
Palavras-chave: dc.subjectEconomia-
Palavras-chave: dc.subjectDesigualdade econômica - Brasil-
Palavras-chave: dc.subjectEconomic inequality- Brazil-
Título: dc.titleA distorção do conceito de economia no jornal Folha de São Paulo-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Unesp

Não existem arquivos associados a este item.