Carcinoma de células de Merckel humano e sua potencial associação com o recémdescrito poliomavírus MCPyV: avaliação preliminar de biopsias e análise de casualidade

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Autor(es): dc.creatorAmorim, Danielle-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-03-10T21:35:20Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-03-10T21:35:20Z-
Data de envio: dc.date.issued2015-03-23-
Data de envio: dc.date.issued2015-03-23-
Data de envio: dc.date.issued2008-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/118037-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/11449/118037-
Descrição: dc.descriptionNeoplasias malignas da pele são os cênceres mais comuns da espécie humana. No entanto há tipos raros como o Carcinoma de células de Merkel (CCM), cuja incidência tem aumentado em todo mundo. O CCM possui curso agressivo, com freqüente envolvimento de nódulos linfáticos regionais e metástases à distância. Adicionalmente, afeta predominantemente idosos e imunocomprometidos, fato que levou-se a suspeita de uma possível etiologia infecciosa para essa neoplasia. Nesse foi-se isolado e descrito o MCPyV, um novo poliomavirus humano, diretamente de células tumorais do CCM. O objetivo do presente trabalho é dar continuidade à pesquisa desse novo vírus apresentando dados iniciais da pesquisa do MCPyV em número significativo de casos de CCM de pacientes brasileiros. Para tanto, foram analisadas 24 biópsias de CCM fixadas e incluídas em parafina, das quais foram extraído o material genômico e o produto submetido à PCR convencional com três pares de iniciadores descritos pela literatura (LT1, LT3 e VP1), com a finalidade de se detectar segmentos do vírus. No presente estudo o genoma viral foi detectado em 11/24 (45,8%) das amostras avaliadas, sendo que a positividade para cada par de iniciadores foi de 4/24 (16,7%) para LT1, 11/24 (45,8%) para LT3 e 4/24 (16.7%) para VP1. Essas freqüências são menores do que a relatada pela literatura e essa diferença pode ser devida a diferença nas amostras analisadas e nas técnicas empregadas. Outros estudos são necessários para comprovar a relação de causalidade, assim como desvendar o ciclo do MCPyV-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Direitos: dc.rightsopenAccess-
Palavras-chave: dc.subjectCancer-
Palavras-chave: dc.subjectPoliomavírus-
Palavras-chave: dc.subjectCarcinoma de células de Merkel-
Título: dc.titleCarcinoma de células de Merckel humano e sua potencial associação com o recémdescrito poliomavírus MCPyV: avaliação preliminar de biopsias e análise de casualidade-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Unesp

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