As fronteiras: retomando a palavra e libertando significados. Quem sou eu? As mulheres e as identidades redescobertas

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Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Autor(es): dc.creatorPossas, Lidia Maria Vianna-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-03-10T21:26:36Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-03-10T21:26:36Z-
Data de envio: dc.date.issued2015-02-24-
Data de envio: dc.date.issued2015-02-24-
Data de envio: dc.date.issued2011-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://www.ppghis.com/territorios&fronteiras/index.php/v03n02/article/view/86-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/115364-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/11449/115364-
Descrição: dc.descriptionFrom one dimension of culture, the word boundary breaks away from the idea of territorial boundary defined a priori as something fixed to the delineation of boundaries. Released this commitment, it can be thought of in other dimensions: as of transition moments of identity experienced by individuals, for women, compared to established norms. Questioning the determinant and connected speech processes of change, they left the banks in which they lived and sought recognition of self, identity and new choices have taken up other possibilities for being, social inclusion, coupled with the guarantee of their rights. Recognizing the existence of this movement, I propose a look at border on the inclusion of women as widows in order to observe the multiple identities of their female protagonists. This reflection aims to take account of social fraying beyond the limits and directions in taxes and if the widow, to expand the boundaries of its meaning and consider the possibility of hybrid subjects, differentiated, and therefore mobile and moving all the time an ongoing performance of operations, as well as contemporary studies have shown about gender relations that take into account the distinctions of race, class, ethnicity, and especially for generations.-
Descrição: dc.descriptionA partir de uma dimensão da cultura, a palavra fronteira desvencilha-se da ideia de limite territorial definido, a priori, como algo fixo para o delineamento de limites. Liberada desse comprometimento, ela pode ser pensada em outras dimensões: como momentos de transição de identidades vivenciados pelos indivíduos, no caso as mulheres, frente às normas estabelecidas. Questionando o discurso determinante e conectadas a processos de mudanças, elas saíram das margens em que viviam e buscaram reconhecimento de si, fizeram novas escolhas identitárias e assumiram outras possibilidades de ser, de inserção social, associadas à garantia de seus direitos. Reconhecendo a existência desse movimento, proponho um olhar fronteiriço sobre a inserção de mulheres na condição de viuvez, de modo a observar as múltiplas identidades femininas em seus protagonismos. A presente reflexão pretende levar em consideração os esgarçamentos sociais para além dos limites e sentidos impostos – no caso, a viuvez –, dilatar as fronteiras de seus significados e pensar na possibilidade de sujeitos híbridos, diferenciados, sendo, portanto, móveis e se deslocando a todo momento em uma performance contínua de atuação, como bem têm demonstrado os estudos contemporâneos sobre as relações de gênero que levam em consideração as distinções de raça, de classe, de etnia e, principalmente, de gerações.-
Formato: dc.format59-70-
Idioma: dc.languagept_BR-
Relação: dc.relationTerritórios e Fronteiras-
Direitos: dc.rightsopenAccess-
Palavras-chave: dc.subjectmulheres-
Palavras-chave: dc.subjectViuvez-
Palavras-chave: dc.subjectDeslocamentos de Si-
Palavras-chave: dc.subjectFronteiras-
Título: dc.titleAs fronteiras: retomando a palavra e libertando significados. Quem sou eu? As mulheres e as identidades redescobertas-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional - Unesp

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