Entre Clio e Sophia: um mapeamento das relações entre história e filosofia através dos diálogos entre Michel Foucault e os historiadores dos annales

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Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Autor(es): dc.creatorPereira, Lucas de Almeida-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-03-10T20:51:57Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-03-10T20:51:57Z-
Data de envio: dc.date.issued2014-06-11-
Data de envio: dc.date.issued2014-06-11-
Data de envio: dc.date.issued2013-08-15-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/103143-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/11449/103143-
Descrição: dc.descriptionPós-graduação em História - FCLAS-
Descrição: dc.descriptionLa relation entre l'histoire et la philosophie a travesé plusier phases tout au long du XXe siècle, à partir d'un rejet explicite au début du siècle, temps de scientificité de l'historiographie, à un rapprochement au cours des dernières décennie. Durant cette période, la relation entre les historiens et les philosophes était tendue marquée par la méfiance des deux parties.Cependant, certains auteurs ont pu briser cette méfiance et engager un dialogue entre les fonctionnaires de Clio et Sophia. Comme un philosophe-historien,ainsi nommée par les deux Gilles Deleuze et de Jacques Le Goff, Foucault a ouvert un champ fertile de la recherche qui a guidé les transformations théoriques de la 'nouvelle histoire'. Nous notons la présence constante des théories de Foucault parmi les historiens des Annales, journal qui a établi par tradition le refus de la philosophie. L'objectif de cette thèse est comprendre comment Foucault a été promu au poste de philosophe-historien par la réception de leurs textes par les historiens liés aux Annales, en raison de la vaste dialogue entre les deux depuis le milieu des années 1960 et qui a duré jusqu'à la mort du philosophe en 1984.-
Descrição: dc.descriptionA relação entre história e filosofia passou por transformações marcantes ao longo do século XX, partindo da rejeição às filosofias da história no começo do século, período no qual a história se tornou progressivamente científica, até uma reaproximação nas últimas décadas. Neste período a relação entre historiadores e filósofos foi tensa, marcada por desconfianças de ambas as partes. No entanto alguns autores conseguiram romper essa desconfiança e empreender o diálogo entre os oficiais de Clio e de Sophia. Como um filósofo-historiador, assim denominado tanto por Gilles Deleuze quanto por Jacques Le Goff, Foucault abriu um campo profícuo de pesquisas que orientaram as transformações teóricas da chamada “Nova História”. Notamos ai a presença constante das teses de Foucault entre os historiadores dos Annales, periódico que estabeleceu por tradição, justamente, a rejeição à filosofia. O intuito da presente tese é o de compreender como Foucault foi alçado à posição de “filósofo-historiador” através da recepção de seus textos pelos autores ligados aos Annales, em função do amplo diálogo entre ambos a partir de meados da década de 1960 e que se estendeu até a morte do filósofo em 1984.-
Formato: dc.format203 f. : il. color.-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
Direitos: dc.rightsopenAccess-
Palavras-chave: dc.subjectFoucault, Michel - 1926-1984-
Palavras-chave: dc.subjectHistoriografia-
Palavras-chave: dc.subjectHistoriadores-
Palavras-chave: dc.subjectHistoriography-
Título: dc.titleEntre Clio e Sophia: um mapeamento das relações entre história e filosofia através dos diálogos entre Michel Foucault e os historiadores dos annales-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
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