Quando a máquina pára, as fragilidades expõem-se

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Autor(es): dc.creatorAlves, Fátima-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-08-11T12:32:05Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-08-11T12:32:05Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-01-07-
Data de envio: dc.date.issued2026-01-07-
Data de envio: dc.date.issued2025-05-03-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/10400.2/20699-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/10400.2/20699-
Descrição: dc.descriptionNum tempo em que os automatismos se impõem como sinónimo de progresso, o mais pequeno bloqueio revela o que muitos não querem ver: a precariedade escondida sob o funcionamento "normal" das instituições. É este o mote que dá corpo à reflexão de Fátima Alves do Societies and Environmental Sustainability Research Group do Centre for Functional Ecology - Science for People & the Planet, Laboratório Associado Terra da Universidade de Coimbra e da sua Extensão na Universidade Aberta de Portugal no seu mais recente artigo de opinião publicado no Diário As Beiras, que convida à análise sobre o funcionamento (ou disfuncionamento) da máquina social, administrativa e política. Uma leitura breve, mas certeira.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherDiário As Beiras-
Direitos: dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/-
Título: dc.titleQuando a máquina pára, as fragilidades expõem-se-
Aparece nas coleções:Repositório Aberto - Universidade Aberta (Portugal)

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