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| Metadados | Descrição | Idioma |
|---|---|---|
| Autor(es): dc.creator | Lai, Nga In | - |
| Autor(es): dc.creator | Zhou, Chao | - |
| Autor(es): dc.creator | Castelo, Adelina | - |
| Data de aceite: dc.date.accessioned | 2026-08-11T12:32:42Z | - |
| Data de disponibilização: dc.date.available | 2026-08-11T12:32:42Z | - |
| Data de envio: dc.date.issued | 2026-01-05 | - |
| Data de envio: dc.date.issued | 2026-01-05 | - |
| Data de envio: dc.date.issued | 2024 | - |
| Fonte completa do material: dc.identifier | http://hdl.handle.net/10400.2/20643 | - |
| Fonte: dc.identifier.uri | http://educapes.capes.gov.br/handle/10400.2/20643 | - |
| Descrição: dc.description | Conforme estudos anteriores (Dupoux et al. 1999; Polivanov, 1931; Zhou & Rato, 2023), as restrições fonotáticas da língua materna (L1) dos aprendentes condicionam a sua perceção da língua não materna. O presente trabalho tem como objetivo explorar, em primeiro lugar, se os aprendentes bilingues cantonês-mandarim têm dificuldade percetiva com as estruturas sonoras do português europeu (PE) que violam as restrições fonotáticas do cantonês - */tu/ e */CCV/ (Bauer & Benedict, 1997). Dois estudos experimentais foram realizados com 116 sujeitos. A experiência principal do Estudo I é uma tarefa de discriminação AXB realizada por 15 falantes nativos do PE e 30 aprendentes bilingues cantonês-mandarim. Os estímulos auditivos foram pseudopalavras do PE, com estruturas pertencentes a três condições: (1) contraste entre sequências CV que respeitam as restrições fonotáticas do cantonês (e.g. /ta/ e /te/); (2) contraste entre as sequências */Ccoronalu/ e /Ccoronalo/ (e.g. */tu/ e /to/); e (3) contraste entre sequências CCV e CɨCV (e.g. /pɾa/ e /pɨɾa/). Foram ainda aplicados o questionário de Perfil de Língua Bilingue (BLP, Birdsong et al., 2012), o teste de LexTale (Lemhöfer & Broersma, 2012) e o LextPT (Zhou & Li, 2022) para avaliar a dominância entre as duas L1s e estimar a sua proficiência em inglês e em PE. Os resultados analisados via regressão logística com efeitos mistos sugerem a ausência de influência das restrições fonotáticas da L1 cantonês e a experiência linguística dos aprendentes (L1s, L2 inglês e L3 PE) não parece explicar o efeito nulo. Para dissociar o eventual efeito da exposição ao PE e o do conhecimento linguístico prévio, no Estudo II foram recrutados participantes sem conhecimento do PE (30 bilingues cantonês-mandarim e 41 monolingues mandarim). O protocolo experimental foi idêntico ao do Estudo I, exceto a aplicação de LextPT. As regressões logísticas com efeitos mistos mais uma vez não encontraram efeitos da experiêncialinguística (dominância entre L1s e proficiência do L2 inglês), mas sim revelaram o efeito do grupo (β =-1,55, SD =0,34, p<0.001). Ou seja, o grupo bilingue cantonêsmandarim tem um melhor desempenho na aquisição fonológica do PE do que o grupo monolingue mandarim. Ter conhecimento do cantonês não implica um efeito maior das restrições fonotáticas na perceção não nativa e até contribui para um melhor desempenho percetivo. Estes resultados parecem indicar uma vantagem cognitiva do bilinguismo na aquisição fonológica de uma língua não materna (Bartolotti & Marian, 2012). | - |
| Formato: dc.format | application/pdf | - |
| Idioma: dc.language | pt_BR | - |
| Direitos: dc.rights | http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/ | - |
| Palavras-chave: dc.subject | Bilinguismo | - |
| Palavras-chave: dc.subject | Aquisição fonológica | - |
| Palavras-chave: dc.subject | Restrições fonotáticas | - |
| Palavras-chave: dc.subject | Português europeu | - |
| Palavras-chave: dc.subject | Cantonês | - |
| Título: dc.title | Aquisição fonológica do português europeu por aprendentes bilingues cantonês-mandarim: restrições fonotáticas ou vantagem do bilinguismo? | - |
| Aparece nas coleções: | Repositório Aberto - Universidade Aberta (Portugal) | |
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