Do humano em Maria Gabriela Llansol: alguns apontamentos

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Autor(es): dc.creatorRodrigues, Cristiana Vasconcelos-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-08-11T12:32:23Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-08-11T12:32:23Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-11-06-
Data de envio: dc.date.issued2025-11-06-
Data de envio: dc.date.issued2024-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/10400.2/20420-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/10400.2/20420-
Descrição: dc.descriptionNuma reflexão de grande fôlego sobre “A literatura enquanto configuração histórica do humano”, Manuel Gusmão fala da «re-configuração do humano» no texto de Maria Gabriela Llansol, evidente ao ponto em que a linguagem é tornada «sensível [...] ou seja, [...] suceptível de ser sentida». De facto, a escrita llansoliana é conhecida por abrir a palavra poética ao que a escritora chama de «novas harmónicas humanas», a partir de uma «trajectória por mundos não-humanos», em um dos seus diários, Um falcão no punho (1985). Trata-se de um caminho trilhado ao longo de toda a sua obra, sem com isso ser sistemático ou ter qualquer pretensão ideológica ou utópica, mostrando-se, antes de mais, como exercício autoreflexivo, crítico e testemunhal de uma travessia que se vê como necessidade, mas não como destino. Socorrendo-nos de alguma literatura filosófica, partilhamos alguns apontamentos sobre como a escrita de Maria Gabriela Llansol pensa o humano e, por reflexo, a natureza que o rodeia.-
Descrição: dc.descriptionIn his in-depth reflection on "Literature as the historical configuration of the human", Manuel Gusmão talks about the «re-configuration of the human» in Maria Gabriela Llansol's text, carried to the point where language is made «sensitive [...] that is, [...] susceptible to being felt». In fact, Llansol's writing is known for opening up the poetic word to what the writer describes as «new human harmonics» by means of a «trajectory through non-human worlds», in one of her diaries, Um falcão no punho (1985). This trajectory is the path followed throughout her work, with no intention of being systematic or conveying any ideological or utopian landscape, but rather as a self-reflective, critical testimony of a journey, an exercise that is seen as necessary, but not as destined. Drawing on some philosophical literature, we aim to share some annotations on how Maria Gabriela Llansol's writing thinks about the human and, reflexively, nature surrounding him.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Aberta-
Relação: dc.relation10.34627/uab.cc.30-
Direitos: dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/-
Palavras-chave: dc.subjectHumano-
Palavras-chave: dc.subjectNatureza-
Palavras-chave: dc.subjectMaria Gabriela Llansol-
Palavras-chave: dc.subjectGiorgio Agamben-
Palavras-chave: dc.subjectLiteratura-
Palavras-chave: dc.subjectHuman-
Palavras-chave: dc.subjectNature-
Palavras-chave: dc.subjectAgamben-
Palavras-chave: dc.subjectLiterature-
Título: dc.titleDo humano em Maria Gabriela Llansol: alguns apontamentos-
Título: dc.titleOn the human in Maria Gabriela Llansol's Writing: some annotations-
Aparece nas coleções:Repositório Aberto - Universidade Aberta (Portugal)

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