A inteligência artificial leva-nos a sermos mais ambiciosos na aprendizagem

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.creatorMorgado, Leonel-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-08-11T12:31:24Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-08-11T12:31:24Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-11-05-
Data de envio: dc.date.issued2025-11-05-
Data de envio: dc.date.issued2024-
Data de envio: dc.date.issued2025-11-03-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://hdl.handle.net/10400.2/20407-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/10400.2/20407-
Descrição: dc.descriptionA chegada da Inteligência Artificial (IA) generativa não nos dispensa de aprender e não nos permite continuar a ensinar da mesma forma. Obriga-nos a elevar a ambição da aprendizagem. Recordemos a polémica da calculadora nos anos 1970: ao longo de 30-40 anos, deixámos de nos focar no treino manual de algoritmos de cálculo progressivamente mais complexos, para rapidamente saltar deles para valorizar a agilidade mental, a capacidade de estimativa e o sentido crítico face a alternativas. Hoje a IA faz traz este choque à generalidade das disciplinas académicas, mas não se trata de uma adaptação ligeira e sim de repensar os objetivos do que queremos que se aprenda (e descobrir como ensiná-lo, como acompanhar o processo e como avaliar). Nesta comunicação apresento um caminho, ancorado em no conceito dos ecossistemas cognitivos: orquestrar pessoas e IA em articulação. Levar os estudantes a almejar ambições e avaliem critérios para as atingir; definam projetos para as concretizar, ponderem alternativas, identifiquem dilemas, consequências e limitações, apresentem evidências. Partilho casos reais da minha atividade docente online na Universidade Aberta: (i) Programação por Objetos, recorrendo a filósofos digitais de apoio; (ii) Engenharia de Software apoiada por uma assistente metacognitiva que apoia a autorregulação dos alunos; (iii) Protocolo de revisões da literatura para mestrandos e doutorandos em que a IA permite “regressar ao passado” e almejar uma compreensão dual do contexto científico e dos intentos pessoais de progressão do estudante enquanto investigador em formação. A metodologia ainda não é clara, o caminho é nebuloso, mas partilho o entusiasmo com que o trilho. Defendo que temos urgentemente de transitar de métodos de entrega e avaliação de “produtos” para acompanhamento e orquestração de processos, valorizando a progressão e os “rastos” de evidências. Esta transição implica a nossa transformação e reinvenção enquanto docentes, com processos novos que nos permitam atuar nas horas de trabalho que temos, nos constrangimentos da nossa condição humana e profissional.-
Descrição: dc.descriptioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Palavras-chave: dc.subjectInteligência artificial-
Palavras-chave: dc.subjectIA-
Título: dc.titleA inteligência artificial leva-nos a sermos mais ambiciosos na aprendizagem-
Aparece nas coleções:Repositório Aberto - Universidade Aberta (Portugal)

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