A história vivida na rua: o ensino da história local em Nova Andradina/MS como prática emancipatória

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Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual de Mato Grosso do Sulpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorQueiróz, Rafael Sampaio de-
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-05-22T14:31:33Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-05-22T14:31:33Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-
identificador: dc.identifier.otherA história vivida na rua: o ensino da história local em Nova Andradina/MS como prática emancipatóriapt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/984011-
Resumo: dc.description.abstractO presente trabalho propõe uma reflexão acerca do ensino de história, do livro didático e das possibilidades com o ensino de história local em uma perspectiva da História Vista de Baixo e a História à Contrapelo. O conteúdo apresentado, discorre nas perspectivas de Walter Benjamin, com a ideia da “História à Contrapelo”, em que o mesmo tece uma crítica para uma história que ele considera como “tradicional e linear”, haja vista que ele argumenta contra essa ideia de progresso e diz que a mesma é uma construção que serve para os interesses de uma “classe dominante”, nesse contexto, Benjamin, sugere que haja espaços para novas narrativas, de forma mais crítica e reflexiva, fornecendo espaços para as vozes que foram silenciadas no decorrer dos tempos, e vozes estas, das pessoas comuns, ou seja, fazer uma história à contrapelo. Não obstante ao pensamento de Benjamin, este trabalho também se apoia no pensamento de Rüsen a respeito do ensino de história, de forma que torna-se possível compreender uma familiaridade entre as principais ideias apresentadas anteriormente, (por Benjamin), e em Rüsen, é possível perceber que o mesmo defende que a história seja ensinada de forma crítica/reflexiva, em que a aula não seja uma simples transmissão de fatos e datas. Rüsen argumenta que o ensino da história deve se comprometer a desenvolver/estimular a capacidade de pensar crítica e historicamente e não um trabalho de memorização de fatos e datas de maneira cronológica, a aula para esta teoria precisa ter foco na interpretação, no desenvolvimento crítico e na conexão dos conteúdos com a experiência humana, vivida no cotidiano e que são trazidas por cada aluno(a) em sala de aula. No tocante ao livro didático, a perspectiva de Circe Bittencourt acompanha as ideias apresentadas em Benjamin e Rüsen, quando ela apresenta uma crítica para as abordagens dos livros didáticos que também trazem uma história linear e progressista, e que muitas vezes os livros didáticos trazem um conteúdo “tradicional”, voltado a nomes e eventos, o que pode trazer uma visão distorcida da história e ignora grupos marginalizados pela sociedade. O material didático disponível para as escolas sobre a história de Nova Andradina/MS foi analisado e, por fim, o texto traz possibilidades de trabalhos didáticos voltados à professores(as) do ensino fundamental II e do ensino médio, apresentando algumas sequências de textos e atividades que são disponibilizadas como subsídio para serem utilizadas em aulas com a temática da história local.pt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectEnsino de História, História Local, História à Contrapelopt_BR
Título: dc.titleA história vivida na rua: o ensino da história local em Nova Andradina/MS como prática emancipatóriapt_BR
Curso: dc.subject.courseMestrado Profissional em Ensino de Históriapt_BR
Área de Conhecimento: dc.subject.disciplineDissertaçãopt_BR
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