Pinos de fibra de vidro em dentes tratados endodonticamente: quando indicar e quando dispensar? Uma revisão de literatura

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorViero, Victor-
Autor(es): dc.contributor.authorPandolfi, Lara-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-08-11T11:07:21Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-08-11T11:07:21Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-08-10-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistarcmos.com.br/rcmos/article/view/2731-
identificador: dc.identifier.otherPinos_de_Fibra_de_Vidro_em_Dentes_Tratados_Endodonticamente_Indicacoes_e_Dispensabilidade.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1187189-
Resumo: dc.description.abstractContexto: A restauração de dentes tratados endodonticamente requer decisão criteriosa quanto à utilização de retentores intrarradiculares, uma vez que a indicação rotineira de pinos de fibra de vidro ainda está associada à concepção de que esses dispositivos seriam capazes de reforçar a estrutura dentária. Objetivo: Revisar criticamente as evidências clínicas acerca das situações em que os pinos de fibra de vidro estão indicados e daquelas em que sua utilização pode ser dispensada. Métodos: Foi realizada busca estruturada na base PubMed, utilizando descritores relacionados a dentes tratados endodonticamente e pinos de fibra de vidro, com aplicação de filtros para estudos realizados em humanos e publicados nos últimos cinco anos. Dos 16 estudos inicialmente identificados, oito atenderam aos critérios de seleção e foram complementados por quatro publicações clássicas, totalizando 12 estudos para a síntese narrativa. Resultados: As evidências analisadas indicaram que o pino de fibra de vidro não exerce função de reforço do dente, mas atua principalmente na retenção do núcleo restaurador quando a quantidade de estrutura coronária remanescente é insuficiente. Em dentes com remanescente coronário adequado, especialmente quando há efeito ferrule e condições favoráveis para a execução de procedimentos adesivos, a utilização do pino pode ser dispensada sem evidência de benefício clínico adicional. Conclusão: A indicação de pinos de fibra de vidro deve ser individualizada, considerando a quantidade e a qualidade do remanescente dentário, a presença e a extensão do efeito ferrule, o tipo de restauração planejada, a anatomia radicular e a demanda oclusal. A decisão clínica deve priorizar a preservação da estrutura dentária e evitar procedimentos intrarradiculares desnecessários.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent189 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectPinos de fibra de vidropt_BR
Palavras-chave: dc.subjectDentes tratados endodonticamentept_BR
Palavras-chave: dc.subjectRetentores intrarradicularespt_BR
Palavras-chave: dc.subjectFerrulept_BR
Título: dc.titlePinos de fibra de vidro em dentes tratados endodonticamente: quando indicar e quando dispensar? Uma revisão de literaturapt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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