Marketing jurídico e publicidade na advocacia em Angola: limites éticos e desafios regulatórios na era digital

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorEfraim Bernardo João Tunga, Moniz-
Autor(es): dc.contributor.authorNgau, Nsumbu-
Autor(es): dc.contributor.authorWilson Francisco Germias, Cristóvão-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-07-08T19:26:30Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-07-08T19:26:30Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-07-08-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistarcmos.com.br/rcmos/article/view/2617-
identificador: dc.identifier.othermarketing_juridico_publicidade_advocacia_angola.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1180771-
Resumo: dc.description.abstractA rápida disseminação das tecnologias digitais de comunicação está reconfigurando o modo como funcionam os mercados de serviços profissionais e atingindo até a advocacia e o setor jurídico em geral (KOTLER; KELLER, 2016; KOTLER; KARTAJAYA; SETIAWAN, 2017). Sob este cenário, o Marketing Jurídico estuda-se consolidando enquanto estratégia de projeção e posicionamento institucional, mas também agrava dilemas éticos e regulatórios, sobretudo nos sistemas jurídicos com manutenção de normas rigorosas sobre publicidade na advocacia (ABEL, 1989; BASTOS, 2018; Ordem dos Advogados de Angola, 2020) Este artigo analisa os limites éticos para a publicidade advogada em Angola com foco nas tensões entre matrizes deontológicas tradicionais e as atuais práticas digitais de marketing (CHIVANJA, 2022; JORGE, 2021). A pesquisa se baseia em uma metodologia qualitativa, com cunho jurídico doutrinário, apoiado na análise de normas internas e nas comparações com experiências estrangeiras, sobretudo as do Brasil e algumas ordinações da Europa (ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, 2021; INTERNATIONAL BAR ASSOCIATION, 2014; RHODE, 2015). Estes achados sugerem a continuidade do modelo angolano bastante restritivo e mal adaptado às dinâmicas digitais, contribuindo para um cenário de insegurança jurídica entre os profissionais (CHIVANJA, 2022; JORGE, 2021). Por outro lado, defende-se que a coexistência harmônica entre o marketing jurídico digital e a norma ético-profissional do sigilo cliente-advogado não é utópica, contanto que as práticas comunicacionais sejam conduzidas segundo os postulados da discrição, da transparência, da responsabilidade e da salvaguarda do segredo de confidência profissional em âmbito de uma clara estrutura legal normativa (MENDES, 2025; SILVA, 2023; INTERNATIONAL BAR ASSOCIATION, 2014).pt_BR
Tamanho: dc.format.extent302 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectMarketing jurídicopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectPublicidade na advocaciapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectÉtica profissionalpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectRegulação digitalpt_BR
Título: dc.titleMarketing jurídico e publicidade na advocacia em Angola: limites éticos e desafios regulatórios na era digitalpt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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