Consumo de alimentos ultraprocessados e a associação com a prevalência de depressão em adolescentes e adultos: uma revisão de literatura

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorBruno de Souza, Rafaela-
Autor(es): dc.contributor.authorMalinovski, Juliana-
Autor(es): dc.contributor.authorArielle Carvalho Barreto, Káren-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-07-02T14:01:45Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-07-02T14:01:45Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-07-02-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistarcmos.com.br/rcmos/article/view/2571-
identificador: dc.identifier.otherconsumo_ultraprocessados_depressao_adolescentes_adultos_revisao_literatura.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1180600-
Resumo: dc.description.abstractIntrodução: O consumo progressivo de Alimentos Ultraprocessados (AUPs) nos últimos anos tem sido relacionado a maior risco de depressão em diferentes faixas etárias. Dessa forma, a ingestão de alimentos ricos em açúcares, sódio, gorduras saturadas e trans também está relacionada a inflamação e alterações em neurotransmissores essenciais para a regulação do humor, além de desequilíbrio na microbiota intestinal, mecanismo importante no equilíbrio do eixo intestino-cérebro. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), apontam que a depressão está entre as principais causas de doenças no mundo (4º lugar), respondendo a 4,4% do total da carga global de doenças durante a vida. Ocupando a 1ª posição considerando o tempo vivido com incapacitação ao longo da vida (11,9%) o que justifica esta investigação, dada a relevância do tema no contexto da saúde coletiva. Objetivo: Analisar a relação entre o consumo simultâneo de AUPs e a prevalência de depressão em adolescentes e adultos, e a importância do acompanhamento nutricional como suporte complementar na prevenção e no manejo da depressão. Metodologia: O presente trabalho caracteriza-se como uma revisão de literatura de caráter descritivo e exploratório. Foram considerados estudos publicados entre 2022 a 2026 que abordassem a temática escolhida no âmbito da saúde coletiva. Para composição da amostra foram utilizadas as bases de dados: PubMed (U.S National Library) e SciELO (Scientific Eletronic Library Online). Resultados e Discussão: Observou-se nos estudos analisados que o elevado consumo de AUPs apresenta efeitos negativos para a saúde mental. Entre os principais mecanismos envolvidos destacam-se processos inflamatórios, estresse oxidativo, alterações na microbiota intestinal e desequilíbrios metabólicos. Apesar das limitações metodológicas observadas, os resultados reforçam a importância da alimentação saudável e da atuação do nutricionista na promoção, prevenção e cuidado da saúde mental. Conclusão: A análise demonstrou que diversos mecanismos estão envolvidos na fisiopatologia da depressão incluindo mediadores inflamatórios, desregulação no eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA) e alteração em neurotransmissores envolvidos na regulação do humor. Ressalta-se a importância do nutricionista como peça fundamental na prevenção e manejo da depressão.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent526 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectAlimentos ultraprocessadospt_BR
Palavras-chave: dc.subjectDepressãopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectSaúde mentalpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectMicrobiota intestinalpt_BR
Título: dc.titleConsumo de alimentos ultraprocessados e a associação com a prevalência de depressão em adolescentes e adultos: uma revisão de literaturapt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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