Associação entre Cobertura Vacinal e Incidência de Doenças Imunopreveníveis no Brasil: Estudo Ecológico de Série Temporal com Dados das Unidades Federativas (2007–2024)

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorSilva Secundino, Tainá-
Autor(es): dc.contributor.authorEduardo Sampaio Fonseca, Carlos-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-06-23T14:20:56Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-06-23T14:20:56Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-06-23-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistarcmos.com.br/rcmos/article/view/2547-
identificador: dc.identifier.othercobertura_vacinal_incidencia_doencas_imunopreveniveis_brasil_serie_temporal.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1180370-
Resumo: dc.description.abstractAs vacinas constituem uma das principais estratégias de prevenção de doenças transmissíveis e têm desempenhado papel fundamental na redução da morbimortalidade por agravos imunopreveníveis. Entretanto, a redução das coberturas vacinais observada nos últimos anos no Brasil tem gerado preocupação quanto à possibilidade de reemergência de doenças anteriormente controladas. Este estudo ecológico longitudinal em painel avaliou a associação entre cobertura vacinal e incidência de coqueluche, meningite meningocócica, sarampo/rubéola e febre amarela nas unidades federativas brasileiras entre 2007 e 2024. Foram utilizados dados secundários do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) e estimativas populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A associação entre cobertura vacinal e incidência foi analisada por meio de modelos de regressão de Poisson com efeitos fixos por unidade federativa, utilizando defasagem temporal de um ano entre exposição e desfecho e ajuste para tendência temporal linear e períodos epidemiológicos relacionados à pandemia de COVID-19. Foram analisadas 486 observações correspondentes às 27 unidades federativas brasileiras. Observou-se associação inversa estatisticamente significativa entre cobertura vacinal e incidência de coqueluche (IRR=0,9892; IC95%: 0,9887–0,9896), meningite meningocócica (IRR=0,9977; IC95%: 0,9968–0,9986), sarampo/rubéola (IRR=0,9866; IC95%: 0,9858–0,9875) e febre amarela (IRR=0,9573; IC95%: 0,9541–0,9607), todos com p<0,001. Durante o período pandêmico observou-se redução significativa da incidência para todos os agravos analisados. Os achados reforçam a importância da manutenção de elevadas coberturas vacinais e do fortalecimento contínuo das ações de imunização e vigilância epidemiológica para o controle de doenças imunopreveníveis no Brasil.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent629 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectCobertura vacinalpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectDoenças imunopreveníveispt_BR
Palavras-chave: dc.subjectSérie temporalpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectEpidemiologiapt_BR
Título: dc.titleAssociação entre Cobertura Vacinal e Incidência de Doenças Imunopreveníveis no Brasil: Estudo Ecológico de Série Temporal com Dados das Unidades Federativas (2007–2024)pt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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