DEIXA EU CONTAR MINHA VERSÃO DA HISTÓRIA AQUI DE CIMA: A PERSPECTIVA DISCENTE SOBRE A PRESENÇA POLICIAL NO MORRO DE MÃE LUIZA (NATAL/RN) E SUAS RELAÇÕES COM DIREITOS HUMANOS E ENSINO DE HISTÓRIA

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Autor(es): dc.contributorUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
Autor(es): dc.contributor.authorFERNANDA DA SILVA SANTOS, MAYARA-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-06-18T18:06:53Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-06-18T18:06:53Z-
Data de envio: dc.date.issued2024-10-16-
identificador: dc.identifier.otherDissertação MAYARA FERNANDA 2024pt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1180137-
Resumo: dc.description.abstractEsse trabalho tem como escopo analisar a possibilidade de surgimento de consciências históricas e identidades por parte dos alunos do 2º ano do ensino médio da Escola Estadual Dinarte Mariz, localizada no bairro de Mãe Luiza, na cidade de Natal, capital do estado do Rio de Grande do Norte (RN). Esta análise é proposta a partir da intenção de despertar o interesse dos alunos nos estudos históricos, especialmente, no que concerne ao assunto da ditadura civil militar. Esse foi o contexto histórico selecionado para ser abordado neste trabalho, através da análise da ocorrência da chacina de Mãe Luiza, ocorrida no ano de 1995 e provocada por membros de um grupo de extermínio que já atuava pelo estado do RN, principalmente, invadindo zonas periféricas da capital, praticando atos violentos e de mortes, como o caso da chacina. Esse grupo já atuava na época da ditadura militar no Brasil, sob a denominação de “meninos de ouro”, chefiados pelo subsecretário de segurança pública, Maurílio Pinto. Assim, exploramos essa temática, através de recortes jornalísticos da Tribuna do Norte que abordam o assunto da chacina, demonstrando a existência da estigmatização presente na periferia, no sentido de atribuir a definição de criminoso para uma pessoa, pelo simples fato de residir em um bairro periférico. Dessa maneira, versamos sobre o assunto da ditadura militar, enquanto época de maior expressividade de violência contra as camadas empobrecidas, da parte das forças policiais, e procuramos abordar essa questão a partir da realidade prática dos estudantes, que enfrentam o cotidiano da violência policial no bairro de Mãe Luiza, para, em seguida, como forma de abordar o Ensino de História e produzir sentido na mentalidade dos alunos, conforme defende Jörn Rüsen. Assim, propomos a realização de um debate em turma como produto para efetivarmos o Ensino de História e buscarmos o aprendizado.pt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypepdfpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectProfhistoria; Ensino de História; Consciência histórica; Identidade; Ditadura civil militar; Chacina de Mãe Luiza; Sentido histórico.pt_BR
Título: dc.titleDEIXA EU CONTAR MINHA VERSÃO DA HISTÓRIA AQUI DE CIMA: A PERSPECTIVA DISCENTE SOBRE A PRESENÇA POLICIAL NO MORRO DE MÃE LUIZA (NATAL/RN) E SUAS RELAÇÕES COM DIREITOS HUMANOS E ENSINO DE HISTÓRIApt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
Curso: dc.subject.courseMestrado Profissional em Ensino de Históriapt_BR
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