A reforma tributária e a reconfiguração da autonomia fiscal dos municípios de pequeno porte: desafios e o papel do controle externo

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorPereira Barros, Abelardo-
Autor(es): dc.contributor.authorDonizeti de Freitas Borges, José-
Autor(es): dc.contributor.authorda Silva Milhomem, Jakson Henrique-
Autor(es): dc.contributor.authorUrani de Oliveira, Izabel Cristina-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-06-04T14:33:54Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-06-04T14:33:54Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-06-04-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistarcmos.com.br/rcmos/article/view/2430-
identificador: dc.identifier.otherreforma_tributaria_autonomia_fiscal_municipios_pequeno_porte_controle_externo.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1179682-
Resumo: dc.description.abstractA Emenda Constitucional nº 132/2023, regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025, promoveu a mais abrangente reestruturação do sistema tributário brasileiro desde a Constituição de 1988, ao instituir o modelo dual de tributação do consumo composto pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A adoção do critério da tributação no destino e a centralização da arrecadação em um Comitê Gestor compartilhado reconfiguram o federalismo fiscal, com impactos diretos sobre a autonomia financeira municipal. Este trabalho avalia de que maneira a reforma modifica a composição das receitas e a capacidade de gestão dos municípios de pequeno porte, considerando sua fragilidade estrutural, a dependência de transferências intergovernamentais e os limites à adaptação ao novo modelo. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa e exploratória, com base em análise documental e em revisão bibliográfica atualizada. Os achados indicam que os efeitos tendem a ser assimétricos: municípios de maior dinamismo econômico podem se beneficiar da lógica do destino, enquanto aqueles de pequeno porte enfrentam risco de agravamento da fragilidade fiscal. Conclui-se que a sustentabilidade fiscal dos municípios de pequeno porte dependerá da efetividade dos mecanismos de equalização, da modernização administrativa e da atuação estratégica dos Tribunais de Contas como indutores de boas práticas de governança tributária. A efetividade prática da reforma dependerá da capacidade institucional dos entes locais, da qualidade das informações fiscais e da priorização de auditorias operacionais voltadas ao acompanhamento da transição.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent447 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectReforma tributáriapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectFederalismo fiscalpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectImposto sobre Bens e Serviços (IBS)pt_BR
Palavras-chave: dc.subjectAutonomia financeira municipalpt_BR
Título: dc.titleA reforma tributária e a reconfiguração da autonomia fiscal dos municípios de pequeno porte: desafios e o papel do controle externopt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
Aparece nas coleções:Textos

Não existem arquivos associados a este item.

Este item está licenciado sob uma Licença Creative Commons Creative Commons