ENTRE CIENTISTAS E O DEBATE DE GÊNERO NO ENSINO DE FÍSICA: QUAIS HISTÓRIAS NÃO TE CONTARAM NA ESCOLA?

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Autor(es): dc.contributorInstituto Federal Sul-rio-grandense - Câmpus Pelotas Visconde da Graçapt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorBuss, Maribel Jorge-
Autor(es): dc.contributor.authorMüller, Maykon Gonçalves-
Autor(es): dc.contributor.authorMarques, Nelson Reyes-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-05-29T12:19:10Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-05-29T12:19:10Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1179499-
Resumo: dc.description.abstractNas últimas décadas, a presença dos debates acerca dos papéis e posições de mulheres e homens se intensificou exponencialmente, tanto em contexto nacional, quanto internacional. A transição para o século XXI transformou as dinâmicas sociais, desvelando um passado marcado pelas assimetrias de gênero e movimentando os debates acadêmicos, sociais e políticos quanto à necessidade da construção de uma sociedade igualitária. Entre os espaços profissionais que, historicamente, alimentaram compreensões assimétricas de gênero, destacam-se as áreas científicas e tecnológicas, onde são evidentes os desafios enfrentados no que tange a presença e representação de mulheres. Dentro do campo científico, especialmente na Física, a presença e representação de mulheres continua sendo um desafio. As desigualdades de gênero, bem como limitações históricas de acesso à educação e a carreiras científicas persistem, influenciadas por estereótipos culturais enraizados. A falta de representatividade contribui, por exemplo, para a perpetuação de estereótipos históricoculturais de gênero, os quais definem as mulheres, através das lentes da divisão sexual do trabalho, como menos capazes intelectualmente, desmotivando estudantes e afetando sua autoestima. Nesse sentido, a escola, enquanto agência emancipatória, precisa ser reconhecida como espaço de transformação de concepções culturais opressoras. Nesse contexto, o presente trabalho, materializado a partir da perspectiva de gênero no ensino de Física, teve por objetivo desenvolver, implementar e analisar uma proposta didática que compreende as histórias de mulheres na Ciência/Física como articuladoras do debate explícito de gênero. Para tal, foi conduzida uma intervenção na disciplina de Metodologia para o Ensino de Física, ofertada no curso de Licenciatura em Física do Instituto Federal Sul-rio-grandense – campus Pelotas Visconde da Graça. Abordamos, de maneira introdutória, a história da Ciência e a importância dos/as cientistas. Na sequência, trabalhamos as histórias de mulheres cientistas, problematizando-as por meio de debates explícitos sobre gênero e sobre a divisão sexual do trabalho. A partir dessa discussão, os/as estudantes desenvolveram pesquisas sobre trajetórias de mulheres cientistas, articulando as histórias encontradas com o debate de gênero e apresentando seus resultados em formato de podcast. Com base no relato da intervenção e na análise de suas contribuições, elaboramos um produto educacional organizado como uma sequência didática apoiada por materiais em formato de podcast, voltado a professores/as de Física em formação e/ou em exercício.pt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjecttecnologias na educaçãopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectsequência didáticapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectensino de físicapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectmulheres cientistaspt_BR
Título: dc.titleENTRE CIENTISTAS E O DEBATE DE GÊNERO NO ENSINO DE FÍSICA: QUAIS HISTÓRIAS NÃO TE CONTARAM NA ESCOLA?pt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
Curso: dc.subject.courseMestrado em Ciências e Tecnologias na Educaçãopt_BR
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