A proteção da privacidade infantojuvenil na era digital: limites e desafios da lgpd diante da adultização precoce

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorDamasceno Xavier Filho, Maicom Douglas-
Autor(es): dc.contributor.authorRibeiro Heitling, Rilston-
Autor(es): dc.contributor.authorLima Costa e Silva Pinto, Luciane-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-05-28T13:41:26Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-05-28T13:41:26Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-05-28-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistarcmos.com.br/rcmos/article/view/2406-
identificador: dc.identifier.otherprotecao_privacidade_infantojuvenil_era_digital_lgpd_adultizacao_precoce.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1179379-
Resumo: dc.description.abstractO presente artigo aborda a proteção da privacidade infantojuvenil na era digital e os desafios significativos decorrentes da hiperconectividade e da adultização precoce de crianças e adolescentes. O estudo analisa os limites e desafios da aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais e do Estatuto da Criança e do Adolescente no ambiente virtual, especialmente na tutela dos dados pessoais de menores expostos a conteúdos e comportamentos incompatíveis com sua fase de desenvolvimento. O problema de pesquisa busca compreender em que medida o ECA Digital e a LGPD garantem proteção efetiva a crianças e adolescentes em plataformas digitais que estimulam a adultização precoce e a superexposição online. A justificativa fundamenta-se na crescente vulnerabilidade infantojuvenil diante das novas tecnologias, considerando o aumento dos riscos relacionados à profilização abusiva, à coleta excessiva de dados e à exposição precoce nas redes sociais. A pesquisa será desenvolvida por meio do método dedutivo, com abordagem qualitativa e pesquisa bibliográfica. Serão analisados doutrinas, artigos científicos, legislações e entendimentos jurídicos relacionados ao Estatuto da Criança e do Adolescente, aos direitos digitais e à proteção infantojuvenil no ambiente virtual. Também serão examinados estudos sobre crimes cibernéticos, cyberbullying e segurança digital envolvendo menores. Em conclusão, a LGPD avança na proteção integral, mas peca pela opacidade algorítmica e pela fiscalização insuficiente. A proteção de dados na infância exige um ecossistema regulatório proativo, demandando reformas como a minimização de dados e a obrigatoriedade de RIPDs para infâncias digitais seguras.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent385 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectPrivacidade infantojuvenilpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectAmbiente Digitalpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectLei Geral de Proteção de Dados Pessoaispt_BR
Palavras-chave: dc.subjectEstatuto da Criança e do Adolescentept_BR
Título: dc.titleA proteção da privacidade infantojuvenil na era digital: limites e desafios da lgpd diante da adultização precocept_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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