Herdeiros digitais: o direito sucessório frente aos bens virtuais de valor econômico e existencial

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorFlores Barbosa Rélvas, Jhonny-
Autor(es): dc.contributor.authorBelfort Pereira, Dário-
Autor(es): dc.contributor.authorMoreira Mota, Diego-
Autor(es): dc.contributor.authorFerreira Moreira, Luiz Carlos-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-05-21T20:05:34Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-05-21T20:05:34Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-05-21-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistarcmos.com.br/rcmos/article/view/2374-
identificador: dc.identifier.otherherdeiros_digitais_direito_sucessorio.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1179059-
Resumo: dc.description.abstractO presente estudo tem por finalidade examinar a incidência das normas de sucessão sobre os ativos virtuais, considerando tanto a sua expressão patrimonial quanto a sua dimensão personalíssima, com o propósito de compreender a viabilidade e a forma de transferência desses ativos aos sucessores no ordenamento jurídico brasileiro. Parte-se da premissa de que a crescente digitalização das relações sociais ampliou o conceito tradicional de patrimônio, passando a abranger ativos virtuais que vão de conteúdos de natureza econômica, como criptomoedas e contas monetizadas, a bens de caráter existencial, como fotografias, mensagens e perfis em redes sociais. Diante desse cenário, o estudo investiga as lacunas normativas existentes no direito brasileiro, em razão da ausência de regulamentação específica sobre a herança digital, bem como analisa a necessidade de distinção entre bens digitais patrimoniais e existenciais, especialmente à luz dos direitos da personalidade e da proteção à privacidade. Para tanto, adota-se metodologia qualitativa, de caráter exploratório e bibliográfico, com base na análise da doutrina especializada, da legislação vigente e da jurisprudência recente, incluindo decisões de tribunais estaduais e entendimentos do Superior Tribunal de Justiça. Como resultado, constata-se que o ordenamento jurídico brasileiro ainda enfrenta desafios significativos para lidar com a sucessão de bens digitais, sendo necessário recorrer à aplicação analógica de normas e princípios constitucionais. Conclui-se, portanto, que a regulamentação específica da herança digital é medida essencial para garantir segurança jurídica, assegurar a efetividade do direito à herança e, simultaneamente, proteger os direitos da personalidade do falecido, promovendo equilíbrio entre interesses patrimoniais e existenciais no contexto da sociedade digital.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent308 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectHerança digitalpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectDireito sucessóriopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectBens digitaispt_BR
Palavras-chave: dc.subjectDireitos da personalidadept_BR
Título: dc.titleHerdeiros digitais: o direito sucessório frente aos bens virtuais de valor econômico e existencialpt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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