Disbiose intestinal na patogênese do lúpus eritematoso sistêmico e da artrite reumatoide: análise da interação da microbiota e da autoimunidade

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorMiriam Cardoso, Rafaela-
Autor(es): dc.contributor.authorPulu Campos da Cruz, Maria Antônia-
Autor(es): dc.contributor.authorGomes Magalhães da Silva, Rebecca-
Autor(es): dc.contributor.authordos Santos Rodrigues, Maria Clara-
Autor(es): dc.contributor.authorSantana de Oliveira, Thais-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-05-20T14:21:47Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-05-20T14:21:47Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-05-20-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistarcmos.com.br/rcmos/article/view/2363-
identificador: dc.identifier.otherartigo_disbiose_intestinal_lupus_artrite_reumatoide_microbiota_autoimunidade.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1179044-
Resumo: dc.description.abstractIntrodução: A microbiota intestinal atua como uma barreira funcional essencial para a homeostase imunológica, e o seu desequilíbrio, conhecido como disbiose, está fortemente associado ao desenvolvimento de doenças autoimunes sistêmicas. Objetivo: Diante disso, o presente estudo é uma revisão integrativa da literatura que visa analisar a interação entre a microbiota intestinal e a patogênese do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) e da Artrite Reumatoide (AR). Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases de dados PubMed, SciELO e Google Acadêmico, abrangendo publicações dos últimos cinco anos. Resultados: O estudo foi composto por 12 artigos selecionados em bases de dados científicas, aplicando-se os critérios de inclusão relacionados à temática. Discussão: Observou-se que a perda da diversidade microbiana leva à hiperpermeabilidade da barreira epitelial, permitindo a passagem de bactérias e de seus metabólitos para a circulação sistêmica. No LES, destaca-se o aumento de patobiontes, como a Ruminococcus gnavus, enquanto, na AR, a proliferação exacerbada de Prevotella copri induz vias pró-inflamatórias. Em ambas as patologias, o mimetismo molecular e a citrulinação de proteínas provocam a quebra da autotolerância, induzindo um desequilíbrio no eixo Th17/Treg e gerando uma hiperativação das respostas imunes autorreativas. Considerações Finais: O estudo confirmou a hipótese de que a disbiose atua como gatilho na imunopatologia do LES e da AR. O controle da microbiota não é apenas um tratamento de suporte, mas também um alvo terapêutico fundamental capaz de silenciar a inflamação sistêmica, abrindo caminhos para o diagnóstico biomédico avançado e para terapias de indução de tolerância.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent462 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectDisbiose intestinalpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectHomeostase imunológicapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectArtrite Reumatoide (AR)pt_BR
Palavras-chave: dc.subjectPatogênese do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)pt_BR
Título: dc.titleDisbiose intestinal na patogênese do lúpus eritematoso sistêmico e da artrite reumatoide: análise da interação da microbiota e da autoimunidadept_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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