Da psique grega ao Dasein: genealogia de uma psicologia não egóica

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorSilveira Franco, Cássio-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-05-19T13:36:08Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-05-19T13:36:08Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-05-19-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistarcmos.com.br/rcmos/article/view/2359-
identificador: dc.identifier.otherartigo_psique_grega_dasein_psicologia_nao_egoica.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1179008-
Resumo: dc.description.abstractO objetivo deste artigo é evidenciar as ordens discursivas que possibilitaram o surgimento da Psicologia, compreendida como campo do conhecimento dividido em duas posições epistemologicamente subjacentes: a metafísica cartesiana e a fenomenologia hermenêutica. O propósito é mostrar como diferentes compreensões historicamente constituídas revelaram suas contradições e condições de possibilidade. O percurso inicia-se pela psique grega, concebida como exterioridade em movimento, que o cristianismo medieval transforma em interioridade dominada pelo desejo pecaminoso. Essa virada conduz à cisão cartesiana derradeira entre corpo e alma, que somente Kant pôde problematizar em termos das condições de possibilidade do conhecimento. Esse deslocamento epistêmico abre espaço para que Husserl reinscreva o ego cogitans, superando o dualismo substancialista pela epoché fenomenológica e disponha a consciência como intencionalidade. O itinerário culmina em Heidegger, que desloca o foco da consciência intencional para a existência concreta do ser-no-mundo. As contribuições contemporâneas da hermenêutica clínica daseinsanalítica, como as de Roberto Novaes de Sá, evidenciam que a psicologia pode constituir-se não apenas como ciência natural da alma substancializada, mas também como disciplina orientada pelo cuidado fenomenológico, capaz de articular a compreensão existencial, a prática clínica e a responsabilidade ética. Nesse horizonte, torna-se possível pensar uma psicologia não egóica, fundada na existência situada e relacional, em meio às tensões permanentes entre orientações metafísicas e fenomenológicas que marcam o Campo Psi.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent489 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectPsicologia não egóicapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectEpistemologiapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectMetafísica cartesianapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectFenomenologia hermenêuticapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectPsique gregapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectDaseinpt_BR
Título: dc.titleDa psique grega ao Dasein: genealogia de uma psicologia não egóicapt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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