CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA ARTICULADO ÀS MÚLTIPLAS REPRESENTAÇÕES NA EDUCAÇÃO BÁSICA

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual do Norte do Paranápt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorROCHA, RICARDO-
Autor(es): dc.contributor.authorLUCCAS, SIMONE-
Autor(es): dc.contributor.authorLUCAS, LUCKEN BUENO-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-05-12T13:47:56Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-05-12T13:47:56Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-05-12-
identificador: dc.identifier.otherCURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA ARTICULADO ÀS MÚLTIPLAS REPRESENTAÇÕES NA EDUCAÇÃO BÁSICApt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1178799-
Resumo: dc.description.abstractINTRODUÇÃO Os documentos oficiais de Ensino, como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) já apresentam o tema Educação Financeira (EF) como algo a ser trabalhado nas redes de ensino de forma transversal, sendo atribuído muitas vezes no componente curricular de Matemática, por possuírem conteúdos que se complementam, como o caso de Juros e porcentagens. No entanto, devido à grande taxa de endividamentos e inadimplencia no Brasil e no mundo, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), no ano de 2005, cria um documento que orienta países a promover uma educação e conscientização financeira estabelecendo alguns princípios como: Devem ser desenhados programas de educação financeira para atender as necessidades e o nível de alfabetização financeira do público alvo dos programas e que reflitam a forma como esse público alvo prefere receber informação financeira. A educação financeira deve ser vista como um processo contínuo, permanente e vitalício, especialmente a fim de capturar a maior sofisticação dos mercados, as necessidades variáveis em diferentes fases da vida e informações cada vez mais complexas (OCDE, 2005). No Brasil, vemos os desdobramentos dessa recomendação no ano de 2010, com a criação da Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), pelo decreto n.º 7397, de 22 de Dezembro de 2010, a saber, “[...] com a finalidade de promover a educação financeira e previdenciária e contribuir para o fortalecimento da cidadania, a eficiência da solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores” (Brasil, 2010). No Paraná, a EF é inserida como um itinerário formativo a ser trabalhado com os estudantes do Ensino Médio a partir de 2021, contendo nesse primeiro momento uma aula semanal em cada série. No entando, no ano de 2022, com a implementação do Novo Ensino Médio (NEM), a EF passa a ser um componente curricular obrigatório nas três séries do NEM contendo duas aulas semanais em cada série. Neste mesmo ano, o governo implanta uma nova grade curricular nas escolas de tem integral, implementando o componente de EF nas turmas de Ensino Fundamental, sendo uma aula nos 6º e 7º anos e duas aulas nos 8º e 9º. 8 O Referencial Curricular para o Ensino Médio do Paraná (2021) defende a EF, como uma trilha de aprendizagem a ser trabalhada a partir da Matemática, defendendo que essa implementação tem como objetivo: [...] assegurar uma concepção de formação integral dos estudantes, preparando-os ao enfrentamento de situações complexas da vida cotidiana, que abrangem, além das conjunturas sociais, políticas e culturais, as conjunturas econômicas que afetam diretamente a sua realidade (Paraná, 2021, p. 920). O documento assegura a importância da EF com a finalidade de preparar os estudantes para lidarem com situações que enfretarão no seu cotidiano com sabedoria e conhecimentos financeiros e não cairem nas armadilhas do consumismo e os riscos do endividamento, que são fatores que fazem parte de suas relações sociais e econômicas e afetam sua forma de viver. Considerando o contexto dessa pesquisa o trabalho tem como questão norteadora: De que modo um curso envolvendo a temática de Educação Financeira articulado com as Múltiplas Representações pode contribuir para o itinerário formativo de professores que atuam na Educação Básica? Para responder essa questão foi que elaboramos essa Produção Tecnica Educacional (PTE), sendo um curso de formação continuada para professores que atuam na Educação Básica no componente curricular de EF. Para tal temos como objetivo geral da pesquisa: Investigar a influência de um curso de Educação Financeira articulado com o referencial teórico de Múltiplas Representações para a formação continuada de professores que atuam na Educação Básica.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent7,88 MBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypepdfpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectEducação Financeirapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectMúltiplas Representaçõespt_BR
Palavras-chave: dc.subjectFormação Continuadapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectEnsino.pt_BR
Título: dc.titleCURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA ARTICULADO ÀS MÚLTIPLAS REPRESENTAÇÕES NA EDUCAÇÃO BÁSICApt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
Curso: dc.subject.coursePROGRAMA DE PÓS - GRADUAÇÃO EM ENSINO - Mestrado Profissional em Ensinopt_BR
Área de Conhecimento: dc.subject.disciplineTrabalho de conclusão de cursopt_BR
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