Cidade da China: o paraíso dos negócios e o inferno do trabalho

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorCosme Buassa, Abel-
Autor(es): dc.contributor.authorManuel Kombo, Alcina-
Autor(es): dc.contributor.authorSimba André, João-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-05-11T20:45:50Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-05-11T20:45:50Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-05-11-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistarcmos.com.br/rcmos/article/view/2336-
identificador: dc.identifier.otherartigo_cidade_china_economia_trabalho.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1178771-
Resumo: dc.description.abstractEste estudo analisa a realidade dos trabalhadores da cidade de Luanda, na China, sob as perspectivas sociológicas, econômicas e antropológicas. A pesquisa buscou compreender as condições de trabalho enfrentadas por esses trabalhadores, os impactos das políticas de remuneração, as relações estabelecidas entre trabalhadores angolanos e empregadores chineses, bem como as estratégias de sobrevivência desenvolvidas diante do emprego precário e da insegurança social. Metodologicamente, a pesquisa foi conduzida em um paradigma qualitativo, com caráter exploratório e descritivo, utilizando o método do estudo de caso. Foram utilizadas entrevistas semiestruturadas, observação direta e notas de campo, envolvendo cerca de 73 trabalhadores angolanos em China City. Os resultados revelaram jornadas de trabalho excessivas, baixos salários, atrasos nos pagamentos, falta de alimentação e de condições de descanso adequadas, insegurança no trabalho e um forte desequilíbrio de poder nas relações entre trabalhadores e empregadores. Constatou-se também que muitos trabalhadores enfrentam dificuldades extremas de sobrevivência, incluindo limitações no acesso à alimentação, ao transporte e à vida familiar. A investigação concluiu que Chinatown representa um espaço profundamente contraditório, no qual o crescimento económico, a circulação de capitais e a modernização comercial coexistem com a exploração laboral, a vulnerabilidade social e a fragilidade da dignidade humana. O estudo demonstra que o desenvolvimento económico, dissociado da proteção social, tende a reproduzir desigualdades e formas contemporâneas de trabalho precário no contexto angolano.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent353 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectTrabalho precáriopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectTrabalhadores angolanospt_BR
Palavras-chave: dc.subjectExploração laboralpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectDesigualdade socialpt_BR
Título: dc.titleCidade da China: o paraíso dos negócios e o inferno do trabalhopt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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