Cartilha Educativa sobre uso de plantas medicinais em feridas

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Autor(es): dc.contributorCentro Universitário Dr Leão Sampaio - UNILEÃOpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorDa Cruz Silva, Jeyzianne Franco-
Autor(es): dc.contributor.authorMartins da Costa, José Galberto-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-05-11T16:55:26Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-05-11T16:55:26Z-
Data de envio: dc.date.issued2024-12-
identificador: dc.identifier.otherCartilha Digital sobre o uso de plantas medicinais em feridaspt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1178744-
Resumo: dc.description.abstractO uso de plantas medicinais como recurso terapêutico é uma prática milenar, especialmente em comunidades com acesso limitado a cuidados padronizados em instituições de saúde. No Brasil, a biodiversidade e o conhecimento tradicional proporcionam uma rica base para estudos etnobotânicos e etnofarmacológicos. Este estudo foca nas plantas medicinais utilizadas em estomaterapia (área da enfermagem especializada no cuidado de pessoas com estomias, feridas agudas ou crônicas, incontinências e fístulas) e comercializadas nos mercados públicos da região metropolitana do Cariri Cearense, buscando conectar os saberes populares às práticas científicas para melhorar o uso seguro e eficaz desses recursos. A pesquisa foi descritiva, exploratória e qualitativa. Os dados foram coletados em mercados públicos das cidades de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, em 2024, através de entrevistas semiestruturadas com 96 comerciantes. Foram analisados perfil sociodemográfico dos comerciantes, espécies botânicas comercializadas, partes utilizadas, modos de preparo e indicações terapêuticas. Os dados foram organizados em categorias temáticas. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) parecer número 6.623.679. Os participantes eram majoritariamente mulheres (68,75%), com idade predominante entre 41 e 50 anos (37,5%), e baixa escolaridade (81,25% não completaram o ensino fundamental). As plantas mais citadas para tratamento de feridas incluíram barbatimão (Stryphnodendron rotundifolium), babosa (Aloe vera), aroeira (Myracrodruon urundeuva) e quixaba (Sideroxylon obtusifolium). O barbatimão foi destacado pela ação antimicrobiana e cicatrizante devido ao alto teor de taninos, enquanto a babosa foi apontada por suas propriedades regenerativas e anti-inflamatórias devido à mucilagem. O estudo evidenciou a riqueza do conhecimento popular sobre plantas medicinais na região do Cariri e sua relevância como alternativa terapêutica para o tratamento de feridas. O guia educativo desenvolvida busca contribuir para a conscientização e uso seguro desses recursos, promovendo um diálogo entre o saber tradicional e o científico. Contudo, a aplicação de práticas terapêuticas na estomaterapia ainda enfrenta desafios relacionados à falta de padronização e validação científica das plantas medicinais, gerando incertezas sobre sua eficácia e segurança no tratamento de feridas.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent5,21 MBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Título: dc.titleCartilha Educativa sobre uso de plantas medicinais em feridaspt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
Curso: dc.subject.courseMestrado Profissional em Ensino em Saúdept_BR
Área de Conhecimento: dc.subject.disciplineDissertaçãopt_BR
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