Cartilha Educativa sobre antisséptico bucal natural

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Autor(es): dc.contributorCentro Universitário Dr Leão Sampiopt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorFrancisca da Silva, Wilma-
Autor(es): dc.contributor.authorMartins da Costa, José Galberto-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-05-11T14:45:16Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-05-11T14:45:16Z-
Data de envio: dc.date.issued2024-12-
identificador: dc.identifier.otherCartilha Digital sobre antisséptico naturalpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1178743-
Resumo: dc.description.abstractAs doenças bucais, como a cárie dentária e a periodontite, representam desafios significativos para a saúde pública, especialmente em comunidades com acesso limitado a tratamentos odontológicos convencionais. O uso de plantas medicinais, como Plectranthus amboinicus (Lour.) Spreng. (malva-do-reino) e Lippia sidoides Cham., (alecrim pimenta) com propriedades antimicrobianas comprovadas, emerge como alternativa sustentável e acessível. Esses recursos naturais podem ser aplicados no desenvolvimento de produtos odontológicos, como enxaguantes bucais, com potencial para desorganizar biofilmes dentários e controlar microrganismos cariogênicos. O enxaguante bucal foi formulado em duas versões: F1 (natural), contendo extrato de malva e óleo essencial de alecrim, e F2 (controle negativo), e como controle positivo, utilizou-se o enxaguante comercial (gluconato de clorexidina 0,12%). Os compostos químicos presentes no extrato e no óleo essencial demonstraram atividade antibacteriana significativa, após análise experimental. O controle comercial (clorexidina 0,12%) apresentou a maior atividade antibacteriana (CIM de 8 µg/mL para ambas as bactérias), enquanto o enxaguante natural e o óleo de alecrim tiveram eficácia intermediária (CIM de 128 µg/mL). O extrato de malva isolado foi o menos eficaz (CIM de 512 µg/mL). O enxaguante formulado (F1) apresentou redução relevante frente as cepas de Streptococcus mutans e de Staphylococcus aureus. A combinação de Plectranthus amboinicus e Lippia sidoides evidenciou ação sinérgica. A partir desses resultados, foi desenvolvida a presente cartilha educativa como forma de serviço à comunidade, para promover o uso seguro e eficaz do enxaguante bucal natural. O estudo demonstrou que o enxaguante bucal desenvolvido é uma alternativa sustentável para a promoção da saúde bucal. A formulação mostrou-se promissora no controle do Streptococcus mutans (bactéria responsável pelo desenvolvimento do biofilme dentária) e Staphylococcus aureus (principal bactéria envolvida em infecções hospitalares) com potencial para aplicação clínica e impacto positivo em comunidades com acesso limitado a tratamentos odontológicos. Estudos futuros devem explorar o uso combinado com outras estratégias preventivas, ampliando as aplicações do enxaguante bucal na saúde pública após testes laboratoriais com biofilmes.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent2,82 MBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectBiofilme bacteriano; saúde bucal; biofilme dental; Plectranthus amboinicus; Streptococcus mutans; Lippia sidoides.pt_BR
Título: dc.titleCartilha Educativa sobre antisséptico bucal naturalpt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
Curso: dc.subject.courseMestrado Profissional em Ensino em Saúdept_BR
Área de Conhecimento: dc.subject.disciplineDissertaçãopt_BR
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