DA IDEIA AO MANUSCRITO: 31 DICAS PARA A REDAÇÃO CIENTÍFICA NAS CIÊNCIAS DA SAÚDE

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorLiteracia Científica Editora & Cursospt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorFontes, Francisco Lucas de Lima-
Autor(es): dc.contributor.authorViana, Vanessa Maria Oliveira-
Autor(es): dc.contributor.authorBezerra, Alexsandra Maria Ferreira de Araujo-
Autor(es): dc.contributor.authorSantos, Nayla Kedma de Carvalho-
Autor(es): dc.contributor.authorSanto, Ilana Maria Brasil do Espírito-
Autor(es): dc.contributor.authorSousa, Mariza Inara Bezerra-
Autor(es): dc.contributor.authorNascimento, Layana Maria Melo-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-05-05T02:18:16Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-05-05T02:18:16Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-04-29-
identificador: dc.identifier.otherDa ideia ao Manuscrito 31 dicas para a redação científica... Literacia Científica Editora_pt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1178590-
Resumo: dc.description.abstract“A verdade científica é sempre provisória” A afirmação de Karl Popper não é apenas uma provocação intelectual é, talvez, um convite à humildade. Um lembrete de que aquilo que hoje defendemos com rigor pode, amanhã, ser revisto, ampliado ou até mesmo superado. A ciência não é um edifício acabado, é um canteiro em permanente construção. É nesse espírito que esta obra se insere. Da Ideia ao Manuscrito: 31 Dicas para a Redação Científica nas Ciências da Saúde não é apenas um manual técnico de redação científica. É, sobretudo, um guia prático para quem decide participar ativamente desse processo vivo de produção do conhecimento. Ao longo das páginas, o leitor percebe que escrever ciência não se resume a seguir normas ou encaixar palavras em estruturas pré-definidas. Escrever é, antes de tudo, pensar, e pensar com método, com responsabilidade e com abertura para o novo. A organização da obra acompanha, de maneira intencional, o próprio percurso da escrita científica. Na primeira parte, dedicada à preparação, o leitor é convidado a compreender o papel da leitura qualificada e os aspectos cognitivos e emocionais envolvidos no processo de escrever. Em seguida, a obra avança para a estruturação do manuscrito, apresentando a lógica que sustenta o texto científico e orienta a comunicação dos achados. Na terceira etapa, o foco recai sobre o aprimoramento da qualidade da escrita, com destaque para o uso de diretrizes internacionais, o rigor metodológico e a clareza argumentativa. Por fim, a obra conduz o leitor à etapa de finalização e publicação, abordando decisões estratégicas e desafios concretos do processo editorial. Essa divisão não apenas organiza o conteúdo, mas também espelha o caminho real percorrido por quem transforma uma ideia em produção científica. Cada uma das 31 dicas apresentadas aqui dialoga diretamente com esse caráter provisório da ciência. Quando o autor insiste na importância da leitura prévia, ele não está apenas sugerindo um hábito: está reforçando que ninguém escreve do zero, porque o conhecimento é cumulativo. Quando aborda o bloqueio criativo, revela que a escrita científica também é um processo humano, atravessado por dúvidas, inseguranças e recomeços, exatamente como a própria ciência. E, ao tratar da estrutura IMRD e dos guidelines da EQUATOR, evidencia que há formas mais transparentes e rigorosas de comunicar aquilo que, inevitavelmente, ainda está em construção. Há algo de particularmente honesto nesta obra: ela não promete fórmulas mágicas. Ao contrário, reconhece que o caminho entre a ideia e o manuscrito é feito de idas e vindas, de versões imperfeitas, de ajustes finos, um processo iterativo que espelha a própria lógica da investigação científica. Essa escolha torna o texto próximo, acessível e, acima de tudo, real. Para quem está iniciando na escrita científica, este e-book funciona como um mapa. Para os mais experientes, como um lembrete oportuno de fundamentos que, por vezes, se perdem na rotina acadêmica. Em ambos os casos, há um fio condutor claro: escrever bem é uma habilidade construída, lapidada com prática, reflexão e, sobretudo, com disposição para revisar ideias, métodos e textos. Talvez seja esse o maior mérito desta obra: mostrar que a redação científica não é um fim em si mesma, mas parte de um compromisso maior com a produção de conhecimento confiável, transparente e útil. Um compromisso que exige técnica, sim, mas também consciência de que toda verdade que registramos hoje carrega, em si, a semente de sua própria revisão. Que este livro, portanto, não seja lido como um conjunto fechado de regras, mas como um ponto de partida. Porque, assim como a ciência, a escrita também se transforma e é justamente nessa transformação que reside a sua força. Boa leitura! Os organizadorespt_BR
Tamanho: dc.format.extent22.400 MBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectRedação científicapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectComunicação científicapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectPublicação científicapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectCiências da Saúdept_BR
Título: dc.titleDA IDEIA AO MANUSCRITO: 31 DICAS PARA A REDAÇÃO CIENTÍFICA NAS CIÊNCIAS DA SAÚDEpt_BR
Tipo de arquivo: dc.typelivro digitalpt_BR
Aparece nas coleções:Livros digitais


Este item está licenciado sob uma Licença Creative Commons Creative Commons