Cuidado integral em saúde mental de populações expostas à violência

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorEditora Acadêmica Aluzpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorLeal dos Santos, Wedson-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-04-27T21:30:02Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-04-27T21:30:02Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-04-27-
identificador: dc.identifier.othercuidado_integral_saude_mental_populacoes_expostas_violencia.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1175158-
Resumo: dc.description.abstractA saúde mental configura-se como um dos campos mais complexos e politicamente disputados das Ciências da Saúde no Brasil contemporâneo. Este capítulo apresenta uma revisão integrativa da literatura sobre cuidado integral, humanização dos atendimentos e promoção do bem-estar psicológico, com recorte específico nos desafios enfrentados por profissionais expostos a contextos de intenso sofrimento, especialmente trabalhadores da segurança pública. A revisão foi conduzida com base no protocolo PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses), contemplando buscas nas bases SciELO, PubMed/MEDLINE, PsycINFO e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), no período de 2004 a 2026. Após criterioso processo de seleção, 47 publicações foram incluídas na síntese final. Os resultados evidenciam reduções significativas na sintomatologia depressiva, em alguns casos variando entre 40% e 50%. Observa-se que a aliança terapêutica apresenta maior contribuição relativa para os desfechos clínicos do que as técnicas específicas empregadas. Por outro lado, o modelo biomédico, embora hegemônico, demonstra limitações estruturais relevantes quando aplicado ao sofrimento psíquico. O estudo também realiza uma análise crítica das barreiras institucionais à implementação do cuidado humanizado, especialmente no âmbito das corporações policiais militares, onde fatores como a cultura de virilidade e o estigma contribuem para a subnotificação e o agravamento de transtornos mentais. A literatura aponta prevalência de Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) variando entre aproximadamente 9% e 19% nesses profissionais, frequentemente sem a correspondente oferta de suporte adequado. Diante desse cenário, propõe-se um conjunto de intervenções práticas que incluem desde protocolos de escuta qualificada até a implementação de programas institucionais estruturados de atenção à saúde mental para profissionais em situação de risco. Conclui-se que a humanização do cuidado não constitui mera diretriz opcional, mas uma exigência epistemológica, ética e clínica, com evidências consistentes de sua eficácia na promoção da saúde mental.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent347 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectSaúde mentalpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectHumanização do cuidadopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectViolência ocupacionalpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectSegurança públicapt_BR
Título: dc.titleCuidado integral em saúde mental de populações expostas à violênciapt_BR
Tipo de arquivo: dc.typelivro digitalpt_BR
Aparece nas coleções:Livros digitais


Este item está licenciado sob uma Licença Creative Commons Creative Commons