Da Praça XI ao Cais do Porto, tudo é Pequena África? Redescobrindo caminhos, lugares de afeto, memórias e traçando currículos e práticas “outras”

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Autor(es): dc.contributorUniversidade do Estado do Rio de Janeiropt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorCardoso, Daniela Lemes Couto-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-04-21T22:33:59Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-04-21T22:33:59Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-
identificador: dc.identifier.otherDa Praça XI ao Cais do Porto, tudo é Pequena África? Redescobrindo caminhos, lugares de afeto, memórias e traçando currículos e práticas “outras”pt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1175000-
Resumo: dc.description.abstractA presente pesquisa tem como temática geral a educação antirracista através de Aula(s) de Campo, como possibilidades pedagógicas e complementares para o ensino de História escolar. Apresenta um debate teórico que entrelaça a pedagogia decolonial, a educação intercultural crítica, a pedagogia libertadora, memórias contra hegemônicas e o ensino de História. O percurso analisado ocorreu numa área da Pequena África, - nos bairros da Cidade Nova e Estácio, na cidade do Rio de Janeiro -, em geral não considerada pela historiografia tradicional como pertencente a essa região carioca. Portanto, o alargamento dessa territorialidade nos faz repensar os valores culturais, histórias e memórias afro diaspóricas da região e que foram e continuam sendo permeados por silenciamentos, invisibilidades e opressões sofridas e impostas aos grupos afro descendentes até aos dias atuais. Traz o debate através da Aula de Campo sobre os lugares de memória contra-hegemônicos, invisibilizados, personagens históricos do povo negro não valorizados na sociedade e no ensino de história. Também abordamos brevemente projetos neoliberais presentes no sistema educacional brasileiro, que têm como objetivo a manutenção do pensamento colonial racista perpetuando colonialidades do poder, do saber e do ser. Apresenta as Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008 como marcos legais impulsionadores para o ensino de história se desenvolver em outras bases epistemológicas, com narrativas visibilizadoras das potencialidades do povo negro, seus ofícios e suas tecnologias, seus personagens, fazeres e saberes. Por fim, apresenta uma análise dos resultados da prática da Aula de Campo com os estudantes do Ensino Médio, onde defendo que deve ser incorporada como uma estratégia pedagógica permanente, especialmente no ensino de História.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent20.228 kbpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectProfHistoriapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectEnsino de Históriapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectAula de campopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectPequena Áfricapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectLugares de memóriapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectPensamento decolonialpt_BR
Título: dc.titleDa Praça XI ao Cais do Porto, tudo é Pequena África? Redescobrindo caminhos, lugares de afeto, memórias e traçando currículos e práticas “outras”pt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
Curso: dc.subject.courseMestrado Profissional em Ensino de Históriapt_BR
Área de Conhecimento: dc.subject.disciplineDissertaçãopt_BR
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