Viabilidade técnica, econômica e ambiental de lajes nervuradas com fôrmas metálicas reutilizáveis e armadura treliçada

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorSantos Mota, Pablo-
Autor(es): dc.contributor.authorAmaral Dias Santos, Shirley-
Autor(es): dc.contributor.authorRegino de Oliveira Mendes, Jessé-
Autor(es): dc.contributor.authorLira Santos, Jefferson-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-04-17T18:57:03Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-04-17T18:57:03Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-04-17-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/2242-
identificador: dc.identifier.otherARTIGO_Lajes_Nervuradas_Formas_Metalicas_Viabilidade.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1174906-
Resumo: dc.description.abstractO sistema convencional de lajes treliçadas no Brasil baseia-se na utilização de vigotas pré-moldadas associadas a elementos de enchimento descartáveis, como poliestireno expandido (EPS) ou blocos cerâmicos. Tal configuração apresenta limitações logísticas, elevada geração de resíduos e a formação de juntas frias entre a vigota e a capa de concreto moldada in loco. Este estudo analisa uma solução alternativa na qual a vigota de concreto é substituída por uma treliça metálica autoportante, enquanto os elementos de enchimento são eliminados mediante o uso de fôrmas metálicas reutilizáveis. O objetivo é avaliar a viabilidade técnica, econômica e ambiental da aplicação do sistema em lajes do tipo H12. A metodologia compreendeu modelagem analítica conforme a NBR 6118, cálculo de tensões e deformações, prototipagem em escala real e análise comparativa de custos. Adicionalmente, realizou-se uma Análise de Ciclo de Vida (ACV) simplificada, conforme a ISO 14040, com foco no carbono incorporado no escopo cradle-to-gate. Os resultados indicam que a fôrma metálica (chapa galvanizada nº 18, com espessura de 1,2 mm) apresenta tensão máxima de 87,5 MPa, inferior ao limite admissível de 112 MPa, resultando em coeficiente de segurança de 3,2. A deformação máxima observada foi de 1,41 mm, considerada adequada para elementos temporários. Sob o ponto de vista econômico, o sistema torna-se mais vantajoso que o EPS entre o 12º e o 15º ciclo de reutilização e em relação à cerâmica entre os ciclos 19 e 22, com payback estimado em 3,5 meses. A ACV indica emissões evitadas de aproximadamente 5.800 kg de CO₂e por 1.000 m². Conclui-se que a solução melhora o monolitismo estrutural, reduz impactos ambientais e apresenta viabilidade econômica, alinhando-se aos princípios da economia circular.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent753 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectLajes nervuradaspt_BR
Palavras-chave: dc.subjectFôrmas metálicas reutilizáveispt_BR
Palavras-chave: dc.subjectAnálise de ciclo de vidapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectConcreto armadopt_BR
Título: dc.titleViabilidade técnica, econômica e ambiental de lajes nervuradas com fôrmas metálicas reutilizáveis e armadura treliçadapt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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