Segurança do Paciente e Conformidade em Farmácia Estética: Fundamentos Teóricos e Proposta de Modelo Conceitual Auditável

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorSilva Mello, Monique-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-04-09T21:47:00Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-04-09T21:47:00Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-04-09-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/2221-
identificador: dc.identifier.otherseguranca_paciente_farmacia_estetica_modelo.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1174766-
Resumo: dc.description.abstractA expansão dos serviços e produtos relacionados à Farmácia Estética tem ampliado a necessidade de estruturas conceituais capazes de garantir segurança do paciente, qualidade assistencial e conformidade regulatória, especialmente em contextos ambulatoriais e comunitários. Embora cosméticos e produtos de higiene pessoal sejam predominantemente de uso externo, a ocorrência de efeitos indesejáveis e queixas técnicas exige a implementação de mecanismos eficazes de vigilância pós-uso. No contexto brasileiro, a cosmetovigilância compreende um conjunto de atividades que envolvem identificação, notificação, avaliação, investigação, monitoramento, comunicação e prevenção de eventos adversos relacionados ao uso de produtos cosméticos, incluindo situações de ineficácia, uso indevido e queixas técnicas com potencial de dano. Este artigo, de natureza teórico-conceitual, integra literatura nacional e internacional e propõe um modelo auditável de implementação para a Farmácia Estética, estruturado em seis pilares: governança e responsabilidades; triagem e estratificação de risco; educação do paciente e comunicação de risco; documentação e rastreabilidade; vigilância de eventos adversos; e melhoria contínua. Além disso, discute-se um modelo de maturidade organizacional, bem como barreiras recorrentes, como limitações de tempo, variabilidade operacional, lacunas na formação profissional, pressão comercial e subnotificação, propondo estratégias de mitigação. Conclui-se que a efetivação da segurança do paciente em Farmácia Estética depende da institucionalização de processos, da padronização de registros e do fortalecimento de uma cultura organizacional orientada à gestão de riscos e à aprendizagem contínua.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent277 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectSegurança do pacientept_BR
Palavras-chave: dc.subjectCosmetovigilânciapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectFarmácia estéticapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectGestão de riscospt_BR
Título: dc.titleSegurança do Paciente e Conformidade em Farmácia Estética: Fundamentos Teóricos e Proposta de Modelo Conceitual Auditávelpt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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