Manejo Anestésico na Correção de Persistência do Arco Aórtico Direito em Cão: Relato de Caso

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorEmanoel Bento da Silva, Adryell-
Autor(es): dc.contributor.authorAndrea Ático Braga, Valeska-
Autor(es): dc.contributor.authorMariano da Silva, Gabriela-
Autor(es): dc.contributor.authorde Oliveira Gusmão Lins, Bárbara-
Autor(es): dc.contributor.authorSilveira de Siqueira Filho, Robério-
Autor(es): dc.contributor.authorAnahy de Sousa Aleixo, Grazielle-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-04-02T22:31:02Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-04-02T22:31:02Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-04-02-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/2206-
identificador: dc.identifier.otheranestesia_veterinaria_paad_cao_relato_caso.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1174596-
Resumo: dc.description.abstractA persistência do arco aórtico direito (PAAD) é uma das anomalias congênitas mais comuns do sistema vascular em cães, caracterizada pela formação de um anel vascular que comprime o esôfago, podendo causar megaesôfago e regurgitação, especialmente após o desmame. Este estudo tem como objetivo relatar o manejo anestésico e cirúrgico de um caso de PAAD em paciente pediátrico, destacando os cuidados necessários para reduzir riscos no período perioperatório. Trata-se de um relato de caso atendido no Hospital Veterinário da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), envolvendo uma cadela sem raça definida, com quatro meses de idade, encaminhada para correção cirúrgica. Foram realizados exames laboratoriais e avaliação clínica pré-operatória. O protocolo anestésico incluiu medicação pré-anestésica com metadona e midazolam, indução com propofol e manutenção com anestesia inalatória associada à infusão contínua de remifentanil e lidocaína. Também foram realizados bloqueios regionais ecoguiados, com uso de bupivacaína e ropivacaína, além de monitorização contínua durante todo o procedimento. A cirurgia teve duração aproximada de duas horas, sem intercorrências anestésicas relevantes, mantendo estabilidade cardiovascular e respiratória. No pós-operatório imediato, a paciente apresentou recuperação satisfatória, sem episódios de regurgitação. Conclui-se que a anestesia multimodal, associada à monitorização adequada e à proteção das vias aéreas, contribui significativamente para a segurança e o sucesso do manejo perioperatório em casos de PAAD.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent601 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectAnestesia veterináriapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectPersistência do arco aórtico direitopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectCãespt_BR
Palavras-chave: dc.subjectRelato de casopt_BR
Título: dc.titleManejo Anestésico na Correção de Persistência do Arco Aórtico Direito em Cão: Relato de Casopt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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