Nunca houve um vazio: guia didático para o uso do RPG no ensino de histórias negras em Domingos Martins-ES

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Autor(es): dc.contributorInstituto Federal do Espírito Santopt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorAlmeida, Aline Dias de-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-03-17T12:27:27Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-03-17T12:27:27Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-12-08-
identificador: dc.identifier.otherPRODUTO_EDUCACIONAL_Nunca_Houve_Vazio_Histórias_Negraspt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1174126-
Resumo: dc.description.abstractEsta dissertação investiga como o Role-Playing Game (RPG) pode ser mobilizado como prática pedagógica para o ensino de História em uma perspectiva antirracista. O trabalho organiza-se em três movimentos complementares. No primeiro, desenvolve-se uma análise crítica da historiografia brasileira e capixaba, evidenciando como as narrativas tradicionais — especialmente a ―superação do atraso‖, discutida por Rafael Nascimento — contribuíram para a marginalização das experiências negras na história do Espírito Santo. O estudo incorpora contribuições de autores como Cleber Maciel e Gustavo Forde para afirmar uma leitura pluriversal da formação histórica regional. No segundo movimento, a dissertação articula uma base teórica que integra educação antirracista, consciência histórica (Rüsen), representações sociais (Moscovici) e pedagogia crítica (Freire, hooks, Munanga, Kilomba). Essa fundamentação sustenta a necessidade de práticas de ensino capazes de romper com modelos curriculares eurocentrados e promover formas de pertencimento e reconhecimento étnico-racial entre estudantes. Por fim, o terceiro movimento consiste na realização de uma prática de ensino por meio de pesquisa-ação em turmas do ensino médio da EEEFM Teófilo Paulino, no município de Domingos Martins. Com rodas de conversa, análises de narrativas e oficinas de criação de personagens, a pesquisa culmina na elaboração de um jogo de RPG de mesa e de um guia didático. O produto educacional permite que os estudantes produzam e vivenciem narrativas históricas mais inclusivas, exercitem a empatia e construam novas interpretações sobre o passado local. Os resultados apontam que o RPG, enquanto linguagem lúdica, colaborativa e narrativa, favorece a formação da consciência histórica e se constitui como ferramenta potente para o enfrentamento do racismo estrutural no cotidiano escolar.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent6.314MBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectEducação antirracistapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectRPGpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectConsciência históricapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectIdentidade étnico-racialpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectEnsino de Históriapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectEurocentrismopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectRacismo estruturalpt_BR
Título: dc.titleNunca houve um vazio: guia didático para o uso do RPG no ensino de histórias negras em Domingos Martins-ESpt_BR
Tipo de arquivo: dc.typelivro digitalpt_BR
Curso: dc.subject.courseMestrado em Ensino de Humanidadespt_BR
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