Envelhecer e Padecer: Etarismo, Desigualdade Estrutural e Políticas Sociais no Brasil

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorHart Borges da Silva, Carla-
Autor(es): dc.contributor.authorFrancileuda Araújo, Antonia-
Autor(es): dc.contributor.authorÁlvaro Rodrigues Neto, José-
Autor(es): dc.contributor.authorAlberto Borges da Silva, Carlos-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-03-16T22:21:25Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-03-16T22:21:25Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-03-16-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/2147-
identificador: dc.identifier.otheretarismo-desigualdade-envelhecimento-brasil.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1174111-
Resumo: dc.description.abstractO Brasil vivencia um processo acelerado de envelhecimento populacional em um contexto marcado por desigualdade estrutural persistente e transformações recentes nas políticas de proteção social. Este artigo analisa como vulnerabilidades na velhice são socialmente produzidas a partir da interação entre transição demográfica precoce, transição epidemiológica incompleta e manifestações institucionais de etarismo. A pesquisa adota abordagem teórico-documental de caráter crítico, articulando literatura científica, dados epidemiológicos e análise de políticas públicas. São examinadas quatro proposições analíticas centrais: o envelhecimento como transição demográfica prematura; a persistência da tripla carga de doenças como padrão ampliado de morbidade; o etarismo como mecanismo mediador entre condições estruturais e desfechos de saúde; e as reformas fiscais e previdenciárias como arranjos institucionais que podem ampliar a insegurança social na velhice. A análise evidencia que manifestações de etarismo se materializam em políticas públicas, protocolos institucionais e práticas de cuidado em saúde. Evidências empíricas indicam que a população idosa brasileira convive, em média, com mais de oito anos de limitações funcionais significativas, caracterizando um processo de expansão da morbidade. Observa-se ainda que mudanças institucionais recentes nas políticas fiscais e previdenciárias ocorreram simultaneamente ao processo de envelhecimento populacional, produzindo efeitos relevantes sobre as condições de proteção social. Levantamento bibliográfico realizado nas bases SciELO, Portal de Periódicos CAPES e Scopus aponta crescimento expressivo da produção científica sobre etarismo entre 2020 e 2025, especialmente durante a pandemia de COVID-19. Conclui-se que as condições de envelhecimento são profundamente influenciadas por escolhas políticas e institucionais, evidenciando a centralidade das políticas públicas na promoção de um envelhecimento digno e socialmente protegido.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent363 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectEnvelhecimentopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectPolíticas Públicaspt_BR
Palavras-chave: dc.subjectIdadismopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectDesigualdade Socialpt_BR
Título: dc.titleEnvelhecer e Padecer: Etarismo, Desigualdade Estrutural e Políticas Sociais no Brasilpt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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